segunda-feira, 30 de junho de 2008

LP D.J.S 77 DISCOTECA 1977 RCA



LP D.J.S 77 DISCOTECA
1977
RCA 1048053



Houve um tempo em que o discotecário era uma figura apagada no jogo de luzes, som e alegria das pistas de dança. Era o maestro sem batuta, escondido entre pilhas de discos, às vezes jogado num canto qualquer, atrás de pratos, copos e panelas, ao lado da copa ou do bar de uma boite.
Agora, o cenário é outro.
A música começou a marcar o ritmo de uma nova vida para esse outrora manipulador de "Hits"
O som foi ganhando outra dimensão.
E, de repente, aquele modesto canto passou a ficar pequeno demais para a importância dos D.J.'s das Mil e Uma Noites de Som.
Agora, o discotecário já pode sentar na cadeira de sua competência profissional largamente reconhecida.
E ele que sente mais perto as reações sempre quente de uma platéia muito receptiva. E pode avaliar, no embalo das pistas de dança, a resposta dos consumidores da música internacional.
Essa resposta está aqui, reunida, selecionada e transformada em disco RCA, pelos 10 maiores D.J.'s do Brasil. Eles sabem com autoridade de catedráticos na matéria, os "Hits" que estão na onda.
Mario Henrique (Peixinho)
Programador - Rádio Mundial
Eldopop FMS



A seleção musical desse Lp foi feita por:
Lio, Angelo e Marcelo (Prive)
Amândio (Sotão)
Manuelzinho (Zoom)
Hulk (L'Escargot)
Israel (SuperStar Disco)
Beto e Silvio (Regine's)
China (La Panthere)



LADO A
UPTOWN FESTIVAL Shalamar
I GOTTA KEEP DANCIN Carrie
ONE LOVE Celi Bee and The Buzzy Bunch



LADO B
MY CHERRIE AMOUR Soul Train Gang
RIPPED OFF Loleatta Halloway
BABY, NOW THAT I'VE FOUND YOU Vicki Sue Robinson
LOVIN YOU IS KILLIN ME Moment Of Truth
WAKE UP AND BE SOMEBODY Brainstorm



Tienda Cafe Con Che
Porque é Imprescindível Sonhar

domingo, 29 de junho de 2008

LP BANDA PAPA LEGUAS 10 ANOS 1988 CONTINENTAL


LP BANDA PAPA LEGUAS 10 ANOS
1988
CONTINENTAL 101404


O Papa Léguas introduziu inovações no Repertório carnavalesco trazendo novos rítmos para o contagiante som do trio elétrico. Ao frevo juntou a valsa, rock, bolero, samba e, pásmem , até mesmo a música clássica.
No nosso disco a Banda Papa Léguas mantém a linha característica de criatividade, fazendo uma fulsão de rítmos latinos com a música que se faz hoje, aquí. Na Bahia.


Lado A
BALANÇO DO MERENGUE (EL ORGANITO) (Angelo Lopo e Silvinho Torres)
BIRO, NEGRO AMOR (Carlos Borges)
NEGROS E BRANCOS (Agnaldo Santana)
BAILET DO VENTRE (Rudá Monteiro)


Lado B
POSTER NAGO (Luciano Gomes)
MAE D'AGUA (Rudá Monteiro)
MIL LEGUAS (Eduardo Mendonça)
MENINA FACEIRA (Angela Lopo e Silvinho Torres)


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sábado, 28 de junho de 2008

ANTONIO MELLO E THIAGO LYRA 1981

ANTONIO MELLO E THIAGO LYRA
1981
Compacto
7'
631433

Abril em 81 pruduzimos Estúdio Mara Lapa 8 canais Gravamos Mixamos Moraes Técnico/Tapecar fez o corte / Glória Vianna Macaíba Carlinho do Transarte Foto Capa / Seguraram a peteca sonora Glauco F. Cruz violinista, Tyler violoncelo, Roberto Meier et Daniel de Souza flautas, Marcus Felix violão, Arr. Regencia Direção Musical Antonio Mello e Thiago Lyra vocal piano

LADO A
A MAIS SIMPLES DAS MARIAS (Antonio Mello) (Instrumental)
Duas Flautas, Cellos e dois Violões
LADO B
DOCEPOEMA (Thiago Lyra)
Violão, Piano, Voz, Violinos, duas Flautas etc.

Existe um Deus em toda acaso
Em toda reza amarga pleno de verdades
Tão moderna que os olhos nem devem procurar
São doces pesadelos da certeza eterna ardendo
Infernos paraísos presumindo além da morte o encanto das setenças
Revelação da redenção na cruz do amor do bem do mal
Existem Reis nas aguas claras do meu pensamento
Como eu grito o sangue e a força o fato em versos que resistem sem chorar
São restos de um poema doido
Que a razão não deixa sossegar
Enquanto eu vivo de beber e me perder em plena rua
Moleque amante amigo em todo sol em toda devocão
Existem mais de mil maneiras de encontrar a estrada
Como existem na fraqueza armada de canhões e batalhões de feras no seio da esperança
Que renova o tempo
Eu canto o novo sem mistérios terra amargando a natureza no espaço eternamente
Anoitecendo em sonhos rumo ao sol.


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sexta-feira, 27 de junho de 2008

LP TRIO IRAKITAN RITMOS INTERAMERICANOS CBS ESPECIAL






LP TRIO IRAKITAN RITMOS INTERAMERICANOS
CBS PRODUTOS ESPECIAIS
LP1980766




Tudo começou em 1950 em Natal - RN, quando Edinho, Joãozinho e Gilvan, resolveram se profissionalizar artisticamente, abandonando os estudos, participantes que era da SAE - Sociedade Artística Estudantil, formada por um grupo de estudantes.
Nascia assim o TRIO IRAKITAN, Ira no idioma nativo, significa mel; Kitan, significa verde; IRAKITAN; mel verde. Em linguagem poética, "Doce Esperança" nome escolhido pelo folclorista e historiador Luis da Câmara Cascudo.
Os 3 rapazes, conseguiram uma harmonia e um vocal de extraordianario brilho e ganharam o mundo, passando inicialmente cerca de quatro anos pelas Américas, do Sul e Central, onde se tornaram especialista em música latino-americana com apresentações nas Guianas Inglesas, Holandesas, Ilha de Trindad, Venezuela, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador, Guatemala e finalmente o México. Neste último participaram de shows em teatros, boates, televisão e de um filme com NInon Sevilla.
Voltaram para o Brasil em 1954 iniciando uma vertiginosa carreira artística incluindo participações em mais de 10 filmes nacionais, trabalhando como atores principais nos filmes. "Rio Fantasia", "Virou Bagunça", "Três Colegas de Batina" etc...e mais 50 discos no Brasil e exterior.
Intérpretes de memoráveis sambas, canções e boleros que marcaram época, sempre estiveram na vanguarda dos acontecimentos musicais do Brasil. Representaram nosso país na famosa Feira Internacional de Bruxelas em 1958, no London Palladium e Olimpia de París, na Convençao da Asta em Tóquio, no festival de La Alameda em Lima, no Festival de La Canción em Vina Del Mar no Chile, na Convenção da Cotal em Miami USA e na Convenção do Diner's Internacional em Honolulu - Hawaí.
Com a morte de Edinho, sofreu o TRIO IRAKITAN um grande abalo, só refeito com a persistência de Gilvan e Joãozinho que tentaram com outros elementos a recomposição do Trio. E assim o TRIO IRAKITAN ressurgiu através do jovem Edil, dono de uma voz solo incrivelmente similar a do componente anterior e que novamente fez o Trio voltar ao sucesso do qual os brasileiros nunca se esqueceram, como demonstra o extenso calendário de apresentações em todo Brasil nos dias de hoje.
O TRIO IRAKITAN gravou este disco especialmente para a Interamericana Seguros.




LADO 1
Corrido Azteca
A enorme e diversificada bagagem rítmica e musical do México nos obriga a uma minuciosa pesquisa para este disco. No Norte, Centro, Sul e em todo país, se toca e se dança o corrido, a cancho, a nortenha, a jarocha, a zaderoja, las chapanacos e os mariaches, cada um destes com seu som característico. O violão, o guitarron, o guitarrillo, a biguella, a retuba, os trompetes e os sapateados executam lindas melodias, como neste "poupourrit" de 3 músicas escolhidas pelo Trio Irakitan.
CIELITO LINDO(Quirino Mendonza / Cortez)
ADELITA(Jack Harris e Kirk Patrick)
JALISCO NO TE RAJES




Merengue
Um rítmo da República Dominicana. A "cozinha" rítmica característica, com piano base enriquecida pelo "guiro" (nosso reco reco), o cinsero e o chimbau são os instrumentos típicos deste agradavel e dançante ritmo. Escolhemos para bem representá-lo a linda:
LA EMPALIZA (Luiz Kalaff)




Calipso
Sensacional cadência rítmica, que Harry Belafonte popularizou e ganhou o mundo. A influência afro é intensa, não só na batida como na dança, onde os jamaicanos também curtem o reggae e mais recentemente o soca (fusão do soul com calipso). Maracas, banjos, cinceros, timbales, steel drums são os instrumentos típicos da região. E, certamente, um calipso só podería ser bem representado pelo arranjo de:
BANANA BOAT (H. Belafonte, Burgess e Attanay)
MATILDA (Harry Thomaz)




Guaracha
Rimo nascido em Cuba e tocado em todos os países que constituem a zona do Caribe. Muito alegre, é uma explosão rítmica que junto com o mambo, a conga, o chá chá chá e o bará mostram a influência africana nessas regiões. Os instrumentos são muitos semelhantes como a conga, bongôs, maracas, marimba, cinsero e outros.
A música escolhida é uma das mais fiéis representantes da guaracha.
PARA VIGO ME VOY (Ernesto Lecuona)




Rumba
A riqueza sonora dos instrumentos cubanos foi marcada e revelada através dos anos pelo rádio, cinema e os discos das grandes orquestras. A conga e a tumbadora são dois dos seus mais conhecidos instrumentos originais aliados as maracas, timbales, bongôs e cinseros que, junto com os metais, nos dão uma alegria rítmica invulgar e já conhecida em todo mundo O TRIO IRAKITAN escolheu para este ritmo a conhecida música
EL CUBANCHERO (Rafael Hermandez)




Chá Chá Chá
Ritmo característico e com diversas pátrias. Mas nasceu em Cuba e segue a escola do Caribe / Jamaica com grande influência africana. Aquí também a conga e a tumbadora, com cinsero, a marimba, o steel drums, as maracas e timbales dão o som típico local.
Escolhemos para melodia deste Chá Chá Chá, um arranjo das músicas:
CAPULLITO DE ALELI (Rafael Hernandez / Bobby Capó)
PIEL CANELA (Rafael Hernandez / Bobby Capó)




Bolero
Devido a sua marcação simplificada, este ritmo nasceu em Cuba, e se extendeu praticamente por todos os países da América Central e do Sul. Foi durante quase duas décadas um dos ritmos mais populares e de maior execução, com dezenas de intépretes que alcançaram grande sucesso. É executado por guitarras, violão, piano, pistons, saxofone, e sua cozinha rítmica, dependendo do andamento, abriga ainda o banjo, a tambora, as claves e as maracas. O TRIO IRAKITAN escolheu dois dos mais conhecidos boleros para bem reprentá-lo:
ESTOY PERDIDO (Victor Manuel Mato)
CONTIGO (Cláudio Estrada)




LADO 2

Joropo
O ritmo mais famoso da Venezuela e que com o pasarillo, o vals, o pasaje e o polo, marcam as músicas e danças deste país. A riqueza instrumental de origem índia, é muito grande, como o violão quatro, a harpa araguêna, a bandola, o furraco, a guarura, o tiple, a bandola que com o sapateado são os instrumentos típicos locais.
A música escolhida é um verdadeiro "hino" na Venezuela.
ALMA LLANERA (Pedro Elias Gutieres)




Carnavalito
Un ritmo típico do folclore boliviano, que é o seu carnaval. É tocado e dançado nos Andes, nos vales e nos trópicos. Seus instrumentos típicos como o bombo leguero (de couro), as quenas (flauta de bambu), a caja criolla, o charango (de metal ou bambu) produzem um som realmente original. O TRIO IRAKITAN canta uma música simbolo da Bolívia.
EL HUMAUAQUEÑO (Zaudivar)




Cumba
Um dos ritmos quentes, da Costa Colombiana, junto com o bambuco, a gaita e mapalê. Dança-se em grupos, com velas acesas nas mãos. Os atabaques, o cinsero e o bongô, constrastam com o bombo leguero marcante, com compasso de pé quebrado e marcam com o prato, o guiro e o tiple (violão de 12 cordas), o embalo da cumbia.
A música não podia ser outra.
LA CUMBIA CIANAGUERA (L. E Martinez)



Samba
Marca registrada internacional do mais conhecido ritmo brasileiro, que já possui dezenas de andamentos e cadências e teve até simplificada sua batida (Bossa Nova), para que pudesse ser executada pelos músicos extrangeiros. O número de instrumentos que executa o samba é muito variado, com destaque para o surdo de marcação (básico), o repinique, a caixa, os tamborins, agogôs, ganzás, pandeiro, cuíca, apito e as cordas como o violão, cavaquinho, etc.
O "pouporrit" dos dois sambas escolhidos, tem objetivo de mostrar o samba de elite e o samba popular.
APITO NO SAMBA (Luis Bandeira)
NA CADENCIA DO SAMBA (Luis Bandeira)




Guarânia
O romantismo esta sempre presente nas lindas guarânias do Paraguai, em contraste com a polca e o chamamê, ritmos quentes que se alastram por todo o território. O violão e principalmente a harpa, a guitarra, o quinto, o tambor sonajero e o gualambaú (cítara), são os instrumentos típicos do país. O TRIO IRAKITAN recorda uma das mais lindas melodias paraguaias.
RECUERDO DE YPACARAI




Tango
Ritmo que com a milonga, levou a música argentina a ser conhecida em todo o mundo. É original da capital e seus arredores enquanto que no resto do país se toca mais a ranchera, o chamamê, a charena, e a zamba. O piano, o guiterron, o bandeneon, o baixo, a caja criolla (tambor), os violinos e o charango, reproduzem os grandes tangos argentinos, como o inesquecível:

CAMINITO (J. D. Filiberto Peñaloza)
Cueca Tonada
Para homenagear ao país chileno, juntamos dois ritmos dançantes típicos: a cueca e a tonada. Um é bem ritmado, o outro tipo canção, mais "entoado". O arranjo da cueca tonada é de nosso produtor. Os intrumentos tradicionais, o violão quinto repicado e mais o tambor sonojero, o guitarron, conseguem reproduzir estes dois ritmos que se tocam em todo Chile. O TRIO IRAKITAN canta a mais linda música chilena em "cueca tonada"
YO VENDO UNOS OJOS NEGROS (Alberto Silva)




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LP LINDOMAR CASTILHO MURALHAS DA SOLIDÃO 1986 COPACABANA


LP LINDOMAR CASTILHO MURALHAS DA SOLIDÃO
1986
COPACABANA 25180


Tudo começou com o ROBERTO STANGANELLI, Dr CHIQUINHO e Dr LUIZÃO, reforçados pelos amigos DIVINO AUGUSTO, SEBASTIÃO FERREIRA, NOVELLI, CORSINI, PÉPE, e de repente eis-me assinando com os Srs ADIEL MACEDO DE CARVALHO e ENOQUE GOMES (Copacabana Discos).
Play-Backs gravados por meus Maestros, naturalmente sem a minha presença.
Já na minha Terra Natal e graças aos incentivos do mano OSMAR CABRAL do sobrinho WANDER ARANTES, do apoio do JESUS BRASILEIRO e dos Drs ANTONIO UCHOA SOBRINHO, ANTONIO BARRETO DE ARAUJO, e TARCISIO FRANCISCO DOS SANTOS, DIRETORES DO CEPAIGO aqui foi possível a complementação (vóz) deste trabalho, executado com todo esmero, em respeito ao meu querido público, a quem este é dedicado.
Carinhosamente
Lindomar Castilho
Cepaigo-Goiânia - GO

LADO A
VOLTA JESUS (Imensidão do Amor)
ESTRELA GUIA
ADEUS NAO DOU
PITADAS DE CIUME
EU E MEU CORAÇÃO
PRISÃO DO LAVRADOR
B
MURALHAS DA SOLIDÃO
ALFA E OMEGA
SOLIDÃO A TOA
NO SEU DIA DE FESTA
LINDA
ARAGUAIA


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quinta-feira, 26 de junho de 2008

LP A ARTE DE PACO DE LUCIA 1975 FONTANA



LP A ARTE DE PACO DE LUCIA
1975
2 Lps
FONTANA



Em 21 de dezembro de 1974, nasceu Paco de Lucia em, Algeciras, provincia de Cádiz, Batizado como Francisco Sanchez Gomes, filho de guitarrista. Isto fez com que a guitarra fosse, para ele, seu primeiro brinquedo e que, aos doze anos já gravasse discos acompanhando seu irmão mais velho, Pepe de Lucia, cantador.
Desde essa época, só em sua última fase discográfica, gravou 11 Lps como solista e interveio em outros tantos.
O pai e seus irmãos, Ramon e Pepe, deram-lhe a base de sua formação e muito rapidamente sua fama se estendeu pelos ambientes flamencos, a ponto que, quando quis se apresentar no Concurso de Cátedra de Flamencología, de Jerez de la Frontera, não pôde, devido a sua pouca idade, mas lhe foi concedido um troféu especial: O Prêmio Internacional de Acompanhamento. Isto ocorreu em 1962, quando contava apenas 14 anos.
Da grande tradição guitarrista flamenca, ele considera importante Javier Molina, Ramon Montoya, Miguel Borrul e Manolo el de Huelva e Niño Ricardo, a quem conheceu e admira especialmente. Na guitarra flamenca atual, destaca Sabicas.
Apesar de seu extraordinario preparo técnico e de sua absoluta dedicação ao conhecimento do instrumento, considera-se um homem intuitivo no terreno artístico. Participou assim, de curiosas experiências, como os primeiros trabalhos de Jazz Flamenco.
Paco de Lucia começou em Madri e em Sevilha sua grande serie de concertos nacionais pelas diversas cidades espanholas. Paco de Lucia foi descoberto por grande parte do público jovem de outros países.
Por ocasião do inicio dos seus concertos, Paco de Lucia lançou um álbum que foi um êxito total em todo o país e comoveu a opinião dos críticos, especialistas e afeiçoados da guitarra em quaisquer de suas dimensões.
Presentemente, Paco de Lucia é o guitarrista espanhol de maior prestígio dentro e fora de Espanha. E seu prestígio não precisou de falsas imagens nem de apoios comerciais excessivos. Sua guitarra se impôs por si mesma. Seu talento parte sempre de sua cultura e de suas raízes musicais e chega a improvisações e resultados surpreendentes.
Deste álbum houve uma peça; uma rumba, que se destacou entre as demais improvisações. Trata-se da rumba "Entre dos Aguas". Paco de Lucia encontrou seu lugar, seu horizonte e seu futuro: a guitarra é uma improvisação e evolução constante a parti das raízes musicais onde nasceu sua vocação de músico: o Flamenco.



Violões Acompanhantes: Ramon de Algeciras, Enrique JImenez, Cepero, Isidro de Sanlúcar, Julio Vallejo e Ricardo Mondrego


DISCO 1
LADO 1
PANADEROS FLAMENCOS
ANDALUCIA DE LECUONA
CEPA ANDALUZA
IMPETU
AIRES CHOQUEROS
LADO 2
ENTRE DOS AGUAS
MANTILLA DE FERIA
PUNTA UMBRIA
PLAZUELA
PERCUSION FLAMENCA
DISCO 2
LADO 1
LLANTO A CADIZ
JEREZANA
EN LA CALETA
EL TAJO
ZORONGO GITANO
SEVILLANAS DEL SIGLO XVIII
LADO 2
LOS CUATRO MULEROS
NANA DE SEVILLA
CAFE DE CHINITAS
EL VITO
LOS PEREGRINITOS
LAS TRES HOJAS


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quarta-feira, 25 de junho de 2008

LP JOSE LUIS RODRIGUEZ DESSA VEZ 1990 COLUMBIA


LP JOSE LUIS RODRIGUEZ DESSA VEZ
1990
COLUMBIA 177240


Este recente lançamento de José Luis Rodriguez, DESSA VEZ, está muito bem cotado entre os discos de cantores latinoamericanos, como comprova a "TOP LATIN ALBUMS", da Billboard, que coloca o disco entre os 15 primeiros da parada. A elegância e o romantismo do cantor também levam sua voz com facilidade dos timbres mais suaves aos mais festivos. Quatro das nove canções receberam versões em português de Aloysio Reis e Biafra, com vocais gravados no Digital Int'l Sound Estudios, em Miami, Flórida: a balada "DE PONTA A PONTA" ("DE PUNTA A PUNTA"); DESSA VEZ ("ESTA VEZ"); "CICATRIZES" ("LAS HERIDAS"), que fala da solidão e da saudade; e "O QUE SERA" ("SE VE Y SE VA"), com Emilio Estefan Jr. - empresário e marido de Gloria Estefan - na percussão e produção musical.
Em espanhol, vêm as seguintes músicas: "SE ME HACE AGUITA LA BOCA", que tem um ritmo "caliente" e participação de Jose Feliciano na guitarra clássica; "NUNCA MÁS"; "MI ULTIMA LAGRIMA"; "TE VENGO A PREGUNTAR", com a voz poderosa de José Luis Rodriguez reforçando seu estilo romântico; e (de volta à animação da música latina dançante), "LA FIESTA", novamente com Emilio dando uma força na percussão, que esteve aqui a cargo de Flacon Padron e Rudy Perez (produtor de cinco músicas do LP e co-produtor desta com Emilio). José Luis não esqueceu a força dedicada pelos amigos que o auxiliaram na produção do LP e faz uma homenagem a eles: "A Gloria e Emilio Estefan, pelo carinho com que me brindam, por sua simplicidade de sempre...". Os agradecimentos se estendem a Rudy Perez e Carlos Castellon (produção e arranjos de "SE ME HACE AGUITA LA BOCA" e "TE VENGO A PREGUNTAR"), entre outros.
O cantor também conhecido como "El Puma", iniciou na Argentina em novembro do ano passado uma turnê pela América Latina. A estréia teve ampla cobertura na midia e foi assistida pelo Presidente Carlos Menen, entre outros convidados ilustres. Agora ele seguirá numa excursão promocional em junho pelo Brasil - local em que o cantor foi revelado com o LP "DONO DE NADA ("Dueño de Nada"), de 83, que bateu a marca de 90,000 mil discos vendidos. Nessa época ele atuava numa novela que fez o maior sucesso por aqui.
Mas a história do cantor começou já no inicio da década de 60, quando José Luis Rodriguez participava de um grupo chamado "LOS ZEPPIS", despertando a atenção das pessoas por causa da sua bela voz. O primeiro a se dar conta do potencial do artista foi o diretor de uma das orquestras mais importantes de Venezuela naqueles anos, a "BILLO'S CARACAS BOYS", que o contratou como solista. Quatro anos depois, ele já estava gravando sob a direção de Manuel Alejandro, ganhou popularidade dentro e fora do país e partiu para primeira excursão por países de lingua latina. Nos anos 80, também o público de cidades como Porto Rico, Miami e Chicago começou a lotar suas apresentações.
O artista chegou a receber um dos principais premios do seu país na década passada: "melhor cantor venezuelano", "cantor venezuelano de maior prestigio no exterior" e "melhor ator", entre outros. O prêmio de melhor ator explica-se pela grande popularidade que ele alcançou interpretando a personagem "EL PUMA" (da novela "UNA MUCHACHA LLAMADA MILAGROS"). O nome "El Puma" acabou ficando para sempre ligado à sua imagem e ao seu estilo, que é considerado bastante felino.
As premiações se mostraram justas: José Luis realizou outra turnê de sucesso por todo territorio americano e conquistou ainda prêmios importantes como o "Lo Nuestro", da revista Billboard em 1983 e 1989, e "Yamaha", no Japão; indicações para o Grammy de 88 e 89; e ainda dezenas de Discos de Ouro e Platina. O cantor venezuelano foi tirado do anonimato nos anos 60 para não decepcionar.
Adriana Sanglard


LADO 1
DE PONTA A PONTA (DE PUNTA A PUNTA)
DESSA VEZ (ESTA VEZ)
SE ME HACE AGUITA LA BOCA
NUNCA MAS
MI ULTIMA LAGRIMA


LADO 2
CICATRIZES (LAS HERIDAS)
O QUE SERA (SE VE Y SE VA)
MADRIGAL
TE VENGO A PREGUNTAR
LA FIESTA


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terça-feira, 24 de junho de 2008

LP FRANCISCO MARIO DANÇA DO MAR


LP FRANCISCO MARIO DANÇA DO MAR
9926891
Poemas CAYMMI
Pinturas LOBIANCO


Ficha Técnica
Lado A
Verão (1º Movimento)
Outono (2º Movimento)
Inverno (3º Movimento)
Lado B
Primavera (4º Movimento)
Calmaria (5º Movimento)
Amanhecer (6º Movimento)
Tempestade (7º Movimento)
Todas as músicas são de autoria de Francisco Mário
Todas as pinturas são de Lobianco
Todos os poemas são de autoria de Dorival Caymmi
Participação Especial:
Paulo Bosisio (1º violino)
Paulo Keuffer (2º violino)
Nayran Pessanha (viola)
David Chew (cello)
Jaques Morelembaum (Cello)
Carlos Rato (flauta)
Afonso Machado (bandolim)
Antonio Adolfo (piano e orgão)
Bruno (fagote)
Violão acustico, ovation e arranjos - Francisco Mário
Capa - Lobianco
Apresentação - Tárik de Souza
Poemas - Dorival Caymmi
Gravado no estudio Sono - Viso - R.J em Outubro de 1987

Francisco Mário
O elemento água esta no fim e no princípio, e não foi por acaso que a intuição de criador do músico Francisco Mário o levou a essa Dança do Mar onde se encontram as duas pontes do novelo da vida. A peça com seus movimentos sazonais e climáticos obedece aos fluxos da natureza, a mãe de todas as forças. Pode-se dizer que é parente da música indiana por refletir impactos ambientais do ciclo da existência como ocorre as ragas reguladas pelo tempo cotidiano. Tem corpo de música erudita pela complexidade técnica de suas soluções sempre bandeadas para o lado do lirismo. E alma popular, imanente ao compositor nascido em Belo Horizonte e criado em família numerosa e simples.
As circunstâncias dramáticas da elaboração de este disco - um dos últimos trabalho dele, já consciente de ser portador de uma doença terminal - só passam para o ouvinte através da densidade e pungência do estilo. Nada de pieguiçe, mas é difícil ouvi-lo sem comover-se. A dança epitelial dos violinos, a voz guia do violão, as contradanças de cello, fagote, flauta, bandolim, viola, piano e orgão; todos os caminhos sonoros conduzem a depuração estética. Uma síntese entre o popular e o erudito como descreveu o poeta Aldir Blanc, um de seus parceiros no Lp A Revolta Dos Palhaços. O disco faz parte de uma outra batalha que Francisco Mário travou com a mesma elevação de espírito & estilo: a da produção independente.
Num país onde a cultura é tratada como supérfluo dos supérfluos o controle dos meios do meio de produção é essencial, descobriu Francisco Mário, um dos fundadores da associação dos produtores independentes do Rio. Da teoría a prática: todos os seus discos saíram à margem do mercadão, inclusive alguns deles num formator pioneiro, co-financiados pelos próprios compradores.
uma das vantagens adicionais da produção independente é permitir que o artista só venha a tona quando tem algo relevante a dizer, e basta seguir a trajetória dos lançamentos de Francisco Mário para perceber que ele utilizou ao máximo essa liberdade completa de escolha. A começar do enraizado Terra em 79, cujo o supreendente sucesso de execução em alguns estados (mesmo sem jabá para os rádios) lhe valeu o apelido de Chico Terra. Revolta dos Pallhaços veio em 83, com letras de poetas como Aldir Blanc, Fernando Brandt e Guarnieri, e um recado político explícito de quem sempre definiu a situação brasileira como um grande exílio - "o dos que estão fora e os dos que vivem aqui; êste exílio que impede o homem de discutir sua realidade, de estar junto com a natureza".
Com o terceiro Lp em 84, Conversa de Cordas, Couros, Palhetas e Metais, um grande sucesso de crítica, ótimas vendas e a conquista do troféu Chiquinha Gonzaga atribúido ao melhor independente do ano. Os convidados eram instrumentistas do naipe de Nivaldo Ornellas, Antonio Adolfo, Chiquinho do Acordeon e Jorginho do Pandeiro. Em Pijama de Seda de 85, a revelação do solista em suas varias faces inclusive à braços com a pouca explorada viola caipira. Destaque para a obra prima Ressurreição, em homenagem a reabilitação do irmão, o cartunista Henfil. No ano seguinte, Retratos trazia os perfis musicados de alguns dos principais compositores brasileiros como Dorival Caymmi, Patativa do Assaré, Ataulfo Alves e o incrível músico interiorano Zé Coco do Riachão. E agora esta Dança do Mar que o perpetúa junto com dois outros projetos que deixou realizados (Tempo com Uma Homenagem a Charlie Chaplin e Suíte Brasil) Na Dança uma curiosa parceria pictórica com Lobianco. Suas sete marinhas foram a inspiração principal dos movimentos da peça, horizonte novo para um músico que nunca esteve fechado aos impuslos vitais do planeta.
TÁRIK DE SOUZA


FESTA DE RUA
Dorival Caymmi
Cem barquinhos brancos
Nas ondas do Mar
Uma galeota
A Jesus a levar
Meu Senhor dos Navegantes
Venha me valê!
Meu Senhor dos Navegantes
Venha me valê!
A Conceição da Praia
Está embandeirada
De tudo quanto é canto
Muita gente vem
De toda parte vem um baticum de samba
Batuque, capoeira e também candomblé
O sol está queimando
Mas ninguém dá fé.

CANTIGA DE NOIVA
Dorival Caymmi
É tão triste ver partir
Alguem que a gente quer
Com tanto amor
E suportar a agonia
De esperar voltar
Viver olhando o céu e o mar
A incerteza a torturar
A gente fica só
Tão só...
É triste esperar...

PESCARIA
Doriaval Caymmi
Ô canoeiro
Bota a rede
Bota a rede no mar
Ô canoeiro, bota a rede no mar
Cerca o peixe
Bate o remo
Puxa a corda
Colhe a rede
Ô canoeiro, puxa a rede do mar
Vai tê presente pra Chiquinha
E tê presente pra Iaiá
Ô canoeiro
Puxa a rede do mar
Cerca o peixe
Bate o remo
Puxa a corda
Colhe a rede
Ô canoeiro, puxa a rede do mar
- Louvado seja Deus, ó meu pai.
Há discos históricos, invendáveis, pérolas, êste ha sido resgatado por um pescador conhecido como SEUPC O Sábio...
Como canta o velho Tim Maia: Vai dar pé, Boa Sorte companheiro é dificil encontrar um amigo verdadeiro.
Muita Luz!!
Viva Paulo!!
Papa e Mano desfrutam a noite de San Xoán..chacharelas viva.. viva a Galicia!!
Acá dia São João....
Agradecido irmão, de caminhada!!

Um Cafe desfrutado Com Meu Camarada SeuPC.

domingo, 22 de junho de 2008

LP ZEZA AMARAL CLAREIA 1987 3M



LP ZEZA AMARAL CLAREIA
1987
3M4 0020



ENFIM CLAREIA...
O universo sonoro de Zeza Amaral tem se mostrado coerente com sua natureza luminosa de cotovia, nos sertões de sua própria infinitude, onde ele palmilha sereno aquelas tortuosas veredas plenas de pó e emoções, nas fibras mais pungentes, mais enluaradas de nossos causticantes recônditos de andarilhos.

Clareia...
Mas ao mesmo tempo em que o aboio telúrico de seus acordes aflora nos horizontes com o frescor da manhã, outros mais se debruçam, abissais e trevosos nas doridas paixões daquela gente noturna, nos corações agônicos e olhares baços por claudicantes saudades imemoráveis... É o mimetismo destes sentimentos hercúleos que se desvanece nos lânguidos bigodeiros do cantador, sobre as pegadas perfumosa daquela antiga música fugidia que, nebulosa, fingiu-se tranparente, não se deixando mais ver, mais que abrasa ainda um pouco as viscerais lembranças que todos nós - como convém - partimos sem abraçar.
J. Toledo

LADO A
LAMPIAO DO CEU
SEREIA NO CIO
SINO DE COURO
O RIO
TERRA TREME

LADO B
OLHO DE BOI
SAUDADE MORENA
GALHO DE MANGUEIRA
DOMADOR DO AR
PROSA


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SIGMUND FREUD LA INTERPRETACION DE LOS SUEÑOS 2 ALIANZA 1972



SIGMUND FREUD LA INTERPRETACION DE LOS SUEÑOS 2
ALIANZA EDITORIA MADRID
6º EDICION
1972
Printed in Spain



SIGMUND FREUD (1856 - 1939) , fue el fundador de la escuela de pensamiento que ha trastocado todos los supuestos sobre los que descansaba la imagen convencional de la mente humana que la cultura occidental aceptaba de forma casi unánime. Ninguna otra teoría acerca de la naturaleza humana ha ejercido tan avasalladora influencia como la doctrina psicoanalítica. Sus categorías, hipótesis y explicaciones - no siempre bien comprendidas pero en cualquier caso ampliamente popularizadas - se han convertido en el núcleo mismo de un nuevo modo de entender la realidad psíquica, ayudando asi a la transformación práctica de las relaciones y pautas de comportamiento de los hombres. Dentro de ese enorme esfuerzo de subversión de valores y de innovación teórica, LA INTERPRETACIÓN DE LOS SUEÑOS desempeña un papel decisivo. Escrita entre 1895 y 1899, es una obra maestra por la audacia de las hipótesis, la seguridad de las conclusiones y el rigor del método empleado.
"El Libro de Bolsillo" ha publicado también otros importantes trabajos de la obra freudiana...



MATERIAL Y FUENTES DE LOS SUEÑOS
Al revelarnos el análisis que el sueño de la inyección de Irma constituía una realización de deseos, se apoderó de nosotros un vivísimo interés por comprobar si con ello habíamos descubierto un caracter general del fenómeno onírico, y acallamos por el momento todas aquellas otras curiosidades científicas que en el curso de la labor de interpretación habían surgido en nuestro ánimo. Mas ahora, una vez llegado al final del camino que en aquella ocasión elegimos entre todos los que ante nosotros se abrían, podemos ya volver sobre nuestros pasos y escojer un nuevo punto de partida para proseguir en un distinto sentido nuestra exploración de los problemas del sueño, aunque de este modo perdamos de vista por algún tiempo el tema, no agotado aún, ni mucho menos, de la realización de deseos.
Desde que mediante la aplicación de nuestro procedimiento de interpretación onírica nos es posible descubrir un contenido latente de los sueños, muy superior en importancia a su contenido manifiesto, tenemos que sentirnos incitados a examinar de nuevo cada uno de los problemas que el fenómeno onírico plantea, para ver si este nuevo conocimiento puede acaso procurarnos la solución de aquellos enigmas y contradicciones que mientras no conocíamos sino el contenido manifiesto de los sueños nos parecían inasequibles.
En nuestro primer capítulo expusimos detalladamente los juicios de los autores sobre la conexión de los sueños con la vida despierta y sobre la procedencia del material onírico. Recordemos ahora aquellas tres peculiaridades de la memoria onírica que, habiendo sido observada por muchos, nadie había logrado aún esclarecer. Dichas peculiaridades eran:
1º Que el sueño prefiere evidentemente las impresiones de los días inmediatos anteriores (Robert, Struempell, Hildebrandt, Weed - Hallam).
2º Que efectúa una selección conforme a principios diferentes de aquellos a los que se adapta nuestra conciencia despierta, recordando no lo esencial e importante, sino lo accesorio y desatendido.
3º Que dispone de nuestras más tempranas impresiones infantiles, llegando hasta reproducir detalles de dicha edad que nos parecen nimios y que en nuestra vida despierta teníamos por olvidados hace ya mucho tiempo! Claro es que donde los investigadores han observado estas peculiaridades de la selección del material onírico ha sido en el contenido manifiesto.
a) Lo reciente y lo indiferente en el sueño.
Ateniéndome a mi experiencia personal sobre la procedencia de los elementos emergentes en el contenido onírico, habré de sentar en primer término la afirmación de que en todo sueño puede hallarse un enlace con los acontecimientos del día inmediatamente anterior. Cualquiera que sea el sueño que escojamos, propio o ajeno, comprobaremos siempre la verdad de este principio que nos proporciona, en la investigación del suceso del día anterior que ha podido constituir el estímulo de un sueño, el punto de partida del análisis del mismo. Con gran frecuencia resulta, efectivamente, este cambio el más corto y ventajoso para lograr la interpretación. En los dos sueños que hasta ahora hemos sometido amás minucioso análisis (el de la inyección de Irma y el de tío José), esta relación con los sucesos del día anterior aparece tan evidente que no necesita de esclarecimiento ninguno. Mas con el fin de demostrar su generalidad expondré una serie de ejemplos tomados de mi propia crónica onírica, aunque sin comunicar por ahora de cada sueño más que la parte necesaria para el descubrimiento de la fuente onírica buscada:
1 Voy de visita a una casa en la que sólo después de muchas dificultades se me deja entrar. Mientras tanto hago esperar a una mujer.
Fuente: Conversación de la tarde anterior con una parienta mía sobre la necesidad de esperar ante de realizar una compra que desea.
2 He escrito una monografía sobre cierta especie de plantas (indeterminada en el sueño).
Fuente: Por la mañana había visto en el escaparate de una librería una monografía sobre los ciclámenes.
3 Veo en la calle a dos mujeres, madre e hija. Esta última ha sido paciente mía.
Fuente: Una paciente a la que tengo en tratamiento me ha comunicado por la tarde las dificultades que su madre opone a la continuación del mismo.
4 Voy a la librería y me suscribo a una publicación periódica; el coste de la suscripción es de veinte florines al año.
Fuente: Mi mujer me ha recordado la tarde anterior que le debo veinte florines del dinero que le doy todas las semanas.
5 Recibo una carta del comité socialdemócrata, carta en la que se me considera como miembro del mismo.
Fuente: Durante el día he recibido cartas del comité electoral liberal y de la Unión Humanitaria, de la cual soy socio.
6 Veo a un hombre sobre una escarpada roca en medio del mar. Todo ello a la manera pictórica de Boecklin.
Fuente: Dreyfus en la isla del diablo; noticias de parientes míos residentes en Inglaterra, etc.
Podríamos preguntarnos si esta conexión del sueño con la vida diurna no va nunca más allá de los sucesos del día inmediatamente anterior, o si, por el contrario, puede extenderse a impresiones anteriores, dentro siempre de un próximo pretérito. No es esta cuestión de esencial importancia; pero una vez planteada, me inclinaría a resolverla en el sentido del exclusivo privilegio del último día anterior al sueño, o como adelante lo denominaremos, del día del sueño (traumtag). Todas cuantas veces he creído hallar que la fuente de un sueño había sido una impresión anterior al mismo en dos o tres días, he podido comprobar después, mediante un más detenido examen, que dicha impresión había sido recordada de nuevo en el día del sueño y que, por tanto, entre el momento del mismo y el día de la impresión se había intercalado - precisamente en el día del sueño - una reproducción de dicha impresión, siéndome dado hallar asimismo la ocasión reciente de la que podía haber partido el recuerdo de la impresión más pretérita. Em cambio, no he podido nunca comprobar que entre la impresión diurna estimulante y su retorno en el sueño se hallase intercalado un intervalo regular de importancia biológica (como primer intervalo de este género indica H. Swoboda el de dieciocho horas)...



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sexta-feira, 20 de junho de 2008

LP CARLOS ALBERTO O GRANDE INTERPRETE 1963 MANAURAL


LP CARLOS ALBERTO O GRANDE INTERPRETE
1963
CBS 37299
MONAURAL
Autografado com dedicatória a RADIO CONTINENTAL



De raro em raro, aparece no cenário artístico musical um cantor de qualidade superior, que pode revelar um estado interior sublime e um bom gôsto apurado, transmitindo suas mensagens de maneira clara e convincente e, ao mesmo tempo, pode empolgar a todos quantos têm a felicidade de escutar a sua arte privilegiada.
Êste Lp - O GRANDE INTERPRETE, cuidadosamente preparado pela direção artística de discos CBS em combinação com CARLOS ALBERTO, seu cantor titular, marca uma estréia auspiciosa em longa duração, atingindo aos mais exigentes e variados gostos, uma vez que estamos certos se CARLOS ALBERTO um dêsses poucos artistas predestinados, juntando-se a isto um apuro técnico perfeito e um repertório musical dos mais seletos.
O aparecimento de CARLOS ALBERTO no mundo dos discos fêz-se muito rapidamente e o seu primeiro 78 R.P.M, com as melodias "Sabe Deus" e "Canção de encontrar o amor", alcançou em tempo "record", as primeiras colocações nas "Paradas de Sucessos", das diversas emissoras da Guanabara, transformando em ídolo um moço que poucos dias antes era apenas CARLOS ALBERTO.
Com êste lançamento em Lp temos a certeza de novos louros serão colhidos por êste jovem de Três Rios, que um dia nos foi apresentado, no estudio de discos CBS, pelo maestro Britinho e que, momentos depois, já empolgava a todos nós ali presentes, com a sua magnifica voz, sua riqueza de interpretação e o seu profundo sentimento artístico.
Aquí está,pois, CARLOS ALBERTO, em 12 esplêndidos números musicais, especialmente escolhidos para deliciarem você, amigo discófilo.
Clovis Mello.


CARLOS ALBERTO com Orquestra sob a Direção de ALEXANDRE GNATTALI


SABE DEUS (Sabrá Dios) (Alvaro Carrillo - Nely B. Pinto)
PENSANDO (Victoria Said - Clovis Mello)
SABES QUE TE AMO (Sabrás que te quiero) (Teddy Fregoso - Darcy Bourbon)
DE JOELHOS (De rodillas) (Benito de Jesus - Jota Moraes)
A UMA MULHER (A una mujer) (Jose Guzman Garcia - Clovis Mello)
PARA QUE SOFRAS (Para que sufras) (O. Farrés - Clovis Mello)
NAO MAIS VALE A PENA (Gota de agua) (A. Torres Zarate - E.H. Barrera - Clovis Mello)
CANSEI DE PEDIR (Nuno Soares)
BEIJA-ME QUERIDA (Bésame amor mío) (Marcela Galván - Clovis Mello)
PORQUE TU VOLTASTE (Porque ya volviste) (A. Guzman Mayer - Clovis Mello)
ENCONTRO CASUAL (Casual encuentro) (Carlos Bertgerair - Clovis Mello)
VEM ME DAR TEU AMOR (Ven a darme tu amor) (Victoria Said - Clovis Mello)



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quinta-feira, 19 de junho de 2008

JULIO IGLESIAS ENTRE O CÉU E O INFERNO ED RECORD 1981

JULIO IGLESIAS ENTRE O CÉU E O INFERNO
O lado humano de um mito: a autobiografia do cantor mais popular de nossos dias.
EDITORA RECORD
1981
Título original em Espanhol
ENTRE EL CIELO Y EL INFIERNO
Tradução: REINALDO GUARANY


Esta é a autobiografia de Julio Iglesias, o homem que tem tudo, até a solidão. Entre o Céu e o Inferno é a vida desconhecida até agora de um dos espanhóis mais universais. Um cantor que vendeu mais de 80 milhões de discos em 50 países, vencedor em todos os lugares, arrebentando os corações daqueles que o ouvem e que foi chamado a Hollywood para ser convertido "no novo Valentino". Recebe diariamente centenas de cartas de amor e também raro é o dia em que também não se encontram nos grandes jornais colunas inteiras a ele dedicadas. Enche estádios gigantescos e alimenta as almas solitárias...
Um homem poderoso, com um microfone na mão esquerda e a direita sobre a camisa de seda na altura do coração, Julio Iglesias tem o carisma, a força, a delicadeza, a fragilidade e a ternura do "gladiador da rosa". Esta cheio de histórias de amor...solidão. Deus não dá tudo a ninguém. Por isso em alguns momentos de rara nostalgía, abre os olhos hipnotizadores e, olhando a distância como quem se asfixia, respira fundo e pede: "só quero que gostem de mim".
Julio Iglesias nasceu em Madrid do dia 23 de setembro de 1943, filho de um conceituado médico ginecologista que foi recentemente vitima de um sequestro por parte dos guerrilheiros bascos, uma noticia que abalou o mundo.
O pequeno Julio fez todos os seus estudos em um colégio de padres na capital espanhola, e como membro de uma família influente em seu país ter-se-ia, provavelmente, tornado um advogado famoso.
Uma paixão,porém,falou mais alto o futebol, ao qual ele se dedicou com o maior entusiamo, chegando a destacar-se na posição de goleiro do juvenil do Real Madrid. Mas quando estava pronto para ser guindadoa às categorias superiores do grande clube, um acidente automobilístico, que lhe provocou uma paralisia total, truncou totalmente as suas ilusões esportistas.
O processo de recuperação fisica foi longo e penoso, uma vez terminado Julio Iglesias lançou-se a uma nova carreira, a de cantor, que o faria milionário e lhe valeria a consagração internacional.
A trajetória foi meteórica, pois aos 24 anos ja conquistava a Espanha ao ganhar o Festival de Benidorm com a canção La Vida Sigue Igual.
O sucesso local foi consolidado e logo ultrapassou fronteiras quando o jovem cantor representou o seu país no Festival Eurovisão, em 1970.
A parti daí sua popularidade cresceu em ritmo acelerado até chegar ao ponto que atingiu hoje, considerado um dos maiores intérpretes de música popular em todo o mundo e verdadeiro ídolo de milhões de pessoas.
Neste livro diz o grande cantor, ele escreveu sua música mais longa, mais terna e bela: sua própria vida!


As pessoas preferem sempre o perdedor
J.I


O "CONFESSOR" SE CONFESSA
Por Tico Medina
Sim, esta é uma história de uma lenda. Uma jovem lenda envolvente. A história de um homem de 38 anos, que, em certas ocasiões, é o homem mais jovem do mundo e, às vezes, o mais velho e cansado homem do mundo.
Se Cristo tivesse nascido outra vez, nos tempos que correm, certamente o teria feito cantando. Porque não existe veículo mais direto para se chegar do homem ao homem, pelo menos o homem jovem do homem jovem, do que o disco. O estudio de gravação do novo Cristo, do Messias do século atual, teria sido seu Sermão da Montanha. E esta é a história do homem que gravou mais discos e que mais vendeu nesse tempo que lhe coube viver.
- Se tivesse nascido no século da cavalaria - disse-me varias vezes - teria sido jogral ou cavaleiro. Interessa-me, fundamentalmente, o meu tempo.
Chama-se Julio Iglesias. Vendeu mais de 80 milhões de discos, hoje divididos pelo mundo inteiro.
O jornalista que assina esta matéria começou viver essa história com ele há anos, de um lado para o outro, entre a terra e o céu. Voando ou navegando. De Londres a Jerusalém, do Panamá ao México, do Chile a Melbourne. Os índios quíchuas me assombraram, em seus lugares longínguos, fechados a civilização, com suas camisetas que tinham um Julio Iglesias pintado no peito. Provocaram-me um profundo assombro aquelas três gerações de mulheres, a avó, a filha e a neta, chorando e aplaudindo com fervor o mesmo personagem sob os raios laser da noite no Madison Square Garden, em Nova York. Há alguns anos, vi claramente que seu "resplendor" estava aumentando. Eu escrevia então:
"É o homem mais só do mundo e, ao mesmo tempo, é o homem mais cercado pela glória. Parece de bambu, mas é de platina". Tínhamos de escrever sua história.
Às vezes ele dizia-me, talvez na madrugada:
- Prefiro eu escrevê-la, antes que outros façam.
E nós dois íamos alinhavando o mistério de sua magia, entre a pálida gardênia de Gardel e o perfil mítico de Rodolfo Valentino. Há alguns dias, muito poucos, gritaram-lhe no Chile, na noite dos pirilampos:
- Gardel...! Gardel...!
E era dito por aqueles que haviam visto Carlos antes que fosse somente um punhado de velas acessas no cemitério da Chacarita. Os que tinham chorado a morte daquele homem, que morreu carbonizado nos restos de um avião no aeroporto de Medellin, na Colômbia.
De Hollywood tinha chegado Terence Young, que acabara de escolhê-lo para interpretar o papel do grande amante de Sophia Loren em seu próximo filme.
- Prefiro ele do que Travolta. Sem dúvida alguma, é o novo Velentino.
Tem os olhos de carbúnculo e a força do míssil, se tivéssemos de falar na linguagem dos tempos atuais. Os franceses fizeram dele o seu ídolo. Os belgas compram mais discos do que a quantidades de belgas na face da Terra. Os italianos o idolatram. Toda a América nova que fala o espanhol o chora, o mima, o ama, o sente, o sofre. Toneladas de quilos de jornais falam dele todos os dias. Sim, é uma multinacional, mas com o coração de um passarinho. Veste-se como um toureiro para ir cantar na noite. Centenas de cartas de amor enchem todos os dias sua caixa de correio conhecidas. Conseguiu o milagre de fazer caminhar os paralíticos que sé queriam "vê-lo e tocá-lo".
Enche um estádio de futebol sem nenhum outro chamariz - ele, que é um dos homens mais poderosos deste tempo - a não ser a mão direita sobre a seda de sua camisa, na altura do coração. Tem o carisma, a força, a delicadeza, a fragilidade e a ternura do "gladiador da rosa".
Está cheio de história de amor, seus romances são diarios, mas não há em sua vida, se é que existe, mais do que un único nome de mulher. Está só.
Porque Deus não dá tudo a ninguém. Por isso em alguns momentos de rara nostalgía, abre os olhos hipnotizadores e, olhando a distância como quem se asfixia, respira fundo e pede:
- Só quero que gostem de mim.
- Mas é um eleito. Sabe muito bem que os deuses morrem jovens. Tendo tanto como tem, precisa de muito pouco para viver. Talvez um raio de sol constante. Somente isto. Mas para que?
Eu tinha que escrever tudo isso. E é por isso que trabalhava neste livro há tempos. Há anos.
"Você, não; eu"
Mas um dia, claramente aquele dia de primavera, entrou descalço, recém-sáido da cama - descalço como ele gosta de andar, os pés muito moreno, muito frágeis - no grande aposento de tapete branco, de frente para o mar, em sua casa de Indian Creek, na Flórida.
Disse-me:
- A história de minha vida não vai ser contada por você e sim por mim. E vai chamar-se Entre o Céu e o Inferno.
- E por que você?
- Porque quero ser absolutamente responsável por tudo que diga. E, além disso, porque tenho uma necessidade urgente, imperiosa, de contá-la.
- E por que você, agora?
- Porque gosto de cantar as letras das minhas canções mais do que qualquer outra. Quero que essas letras em que comunico coisas às pessoas sejam minhas. Se esse livro que devo escrever vai ser a letra mais importante da minha vida...por que outro e não eu?...
Acendeu um cigarro. Fuma muito pouco. Olhou o piano vazio sobre o qual havia uma foto de sua filha Chaveli, a menina que ele sente crescer na distância.
- E por que vai chamar-se Entre o Céu e o Inferno? - perguntei-lhe.
- Porque quando era criança, nos colégios que freqüentei, no seio de uma educação católica, diziam-me que, entre o céu, que era o mais desejado, e o inferno, que era o pior, o mais temido era o purgatório. E isto é o purgatório.
- Não, Julio, isso é a sua glória.
- Mentira. Isso é uma miragem do céu, que não é a mesma coisa. Isso é uma gaiola, de ouro, mas uma gaiola. Esta é uma prisão, uma prisão belíssima, mas de qualquer forma uma prisão. A cada dia que passa, vou levantar mais alto os muros que cercam minha solidão. A solidão é para mim a criação...Por outro lado, sei muito bem que o céu é o que tenho e talvez o inferno seja o que não tenho.
- Mas o que é que não tem?
- Há tantas coisas que não tenho!
- Por exemplo, Julio...por exemplo?
- Tantas coisas que não tenho...
No próprio purgatório
Há momentos em que se fecha em si mesmo. Está perto e está longe. Parece um jovem xeque árabe rodeado de pessoas com cimitarras de ouro e de prata, com huris que entram e saem vestidas com calças-bombachas de seda e turbantes coloridos...mas ele, sentado nas almofadas, está em outro lugar, longe, em sua Meca, Deus sabe onde.



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LP JOSE LUIS PERALES SUEÑO DE LIBERTAD CBS



LP JOSE LUIS PERALES SUEÑO DE LIBERTAD
CBS 21069



O IDOLO MAIS POPULAR DA ESPANHA
JOSE LUIS PERALES SONHO DE LIBERDADE
Ele é o que poderia denominar "um intérprete das emoções profundas".
Ele mesmo se considera "um arquivo de sensações". O fato é que o espanhol Jose Luis Perales domina há mais de dez anos consecutivos o mercado fonográfico de seu país e é um dos mais assíduos nas paradas européias e nas colônias latinas em todo o mundo.
Amante da vida e compositor fiel às suas vivências, Perales é um defensor dos direitos humanos e da harmonia entre os povos, além da tonalidade romântica que predomina em seu trabalho. Diversos nomes da música popular mundial já gravaram composição sua a exemplo do grupo Mocedades, Jeanette (tema para o filme Cria Cuervos de Carlos Isaura), Miguel Bosé, Raphael, Rocio Jurado e, mais recentemente Isabel Pantoja. Artistas brasileiros como Fabio Jr. (Senta Aquí) e o Dominó (Guerreiros) fizeram sucesso com composição de Perales.
No Brasil, em 1986, quando esteve para lançar o Lp de estréia com músicas em português intitulado Com o Passar do Tempo. o intérprete e compositor conquistou rapidamente o público. O disco - que trazia no repertório parcerias com Abel Silva. Erasmo Carlos, Ronaldo Bôscoli e Edgar B. Poças - destacou duas canções: A Primera Vez e O que Cantam as Crianças, esta última com a participação de Jairzinho e Simony, e que beneficiou as crianças das Aldeias Infantis S.O.S., amplamente executada em todo país.
Sueño de Libertad é o segundo álbum do artista feito especialmente para os brasileiros. Gravado nos estudios Obi-Wan (em Genova) e no Euro-Sonic (em Madri), com produção executiva de Tomas Muñoz, direção e produção Danilo Vaona, o Lp traz Perales interpretando três canções em português: Amada Minha, Desde que Te Amo e A Mais de Mil Kilômetros de Ti, todas versões de Paulo Camargo com realização técnica de gravação a cargo de Aloysio Reis.
As demais canções são cantadas em lingua espanhola e retratam temas mais abrangentes como o sócio-existencial contido em Me Gusta La Palabra Libertad ("Prefiro ser sonhador / A ser matador de sonhos"). As recordações da infancia vivida em parte na cidade de Sevilla, para onde ia nos fins de semana, são explicitadas em Amigo, enquanto A Hora Me Llego a La Madurez questiona o percurso da vida de um homem que alcança a idade madura. Mas o destaque fica por conta de Los Guerreros - que no Brasil foi um dos primeiros sucessos do grupo Dominó - agora interpretada em novo estilo por Perales e dedicada às Aldeias Infantis S.O.S.
Jose Luis Perales é hoje um homem amadurecido e feliz. Apesar de todo o sucesso que o rodeia, sua vida pessoal continua intacta. Morando com a esposa Manuela e dois filhos - Pablo (9 anos) e Maria (8 anos) - na cidade de Cuenca, Espanha, as horas de lazer são dedicadas às leituras de Garcia Marquez, à pesca e compra de objetos de arte, assim como a frequência assídua as touradas. Como ele mesmo diz: "Preciso sentir a vida como um homem comum. Daí é que encontro inspiração para o meu trabalho e a paz para viver".



Cara A
AMADA MINHA
QUIERO SER AGUA FRESCA
AMIGO
LOS GUERREROS
AHORA QUE LLEGO LA MADUREZ



Cara B
DESDE QUE TE AMO
MI GUSTA LA PALABRA LIBERTAD
A MAIS DE MIL KILOMETROS DE TI
DE PROFESION PARAO
NO SE SI ES CIERTO



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quarta-feira, 18 de junho de 2008

LA DOLCE VITA DE FEDERICO FELLINI VERSION ESPAÑOLA 1963



LA DOLCE VITA DE FEDERICO FELLINI VERSION ESPAÑOLA
Colección Voz Imagen - Serie Cine - 1
AYMA S. A EDITORA
BARCELONA
Printed in Spain
Primera Edicion: octubre 1963



El presente volumen es la traducción de LA DOLCE VITA de Federico Fellini, editado por la casa Ed. Capelli, bologna, Italia, en la colección cinematográfica dirigida por Renzo Renzi.
Las ilustraciones reproducidas en el presente volumen so las auténticas del "film", cedidas en exclusiva por la Casa Ed. L. Capelli.



INTRODUCCION
Esta es una história de una película realizada en Roma entre el verano del 58 y el otoño del 59. La idea de "La Dolce Vita" nació de un hecho real que ocurrió en Italia en 1958; esta idea pasó por muchas vicisitudes y acabó por da lugar a una obra que puede considerarse como una las expresiones mpas tipicas del cine moderno.
Daremo aquí el guión original de la pelicula y las variaciones que sufrió posteriormente, ya que conociendo a Fellini, solamente a través de la película podemos intuir la importancia que tienen, en su personalidad, la improvisación, la fantasía y los elementos irracionales.
Aunque sea justo que los críticos se pongan en un terreno objetivo para juzgar el film, todo el que siga al director en el desarrollo de una película se verá obligado a aceptar su visión de la realidad. Por tanto, a través del guión original y de las modificaciones finales que vamos a presentar, hemos de ver a ese Fellini vivo, cargado de una humanidad contradictoria.
Fellini, en realidad, es el protagonista absoluto de "La Dolce Vita", con todas sus facetas que parecen irreconciliables: el pícaro, el embustero, el "cagliostro" del espectáculo, a la vez que el artista profundamente sincero, intrasigente sólo consigo mismo. Los "otros" son sus colaboradores: los regidores de escena, los intérpretes, toda la "troupe" que interviene directa o indirectamente, los amigos y los enemigos. Todos, tarde o temprano, llamados a contribuir, a decir un sí o un no que quizá fuera definitivo.
Ocurre a menudo en el cine que la gente trabaja en un film sin saber exactamente lo que está haciendo, y, lo que es peor, asumiendo una actitud distraída y profesional. Con Fellini esto es imposible. El director no sólo establece en cada cena una total comunión de intentos, sino que, además, querría tener a todos siempre a su alrededor, tener la presencia de todos, aunque se pasara días y días sin mirarlos. Tiene necesidad de compañia. Nacido para el cine, crea con los ojos de todos los demás, es un perfecto extravertido. Coge algo de cada uno. Para un artista que trabaja bajo el signo de la fantasía más desatada y solitaria, esto es un auténtico exito.



PROLOGO A LA EDICION ESPAÑOLA
PANORAMA DEL CINE ITALIANO
Resulta difícil el intento de situar, en el panorama cinematográfico, un film como LA DOLCE VITA y a su autor, ante el lector o público español. Esta dificuldad nace, en primer lugar, de un hecho extracinematográfico; la casi seguridad de que esta obra no será reconocida en nuestro país.
Otro incoveniente que surge al intentar situar esta película de Fellini consiste en su aureola de escándalo, que ha desorbitado la obra y su significación en el panorama del actual cine italiano. No queda otra solución, si se quiere proceder honradamente, que referirse a una serie de films de la misma nacionalidad que no ha sido proyectados en nuestro país. El cine italiano es semidesconocido del público español y la idea que éste se ha formado del mismo, en el mejor de los casos, es parcial e incompleta. Se cree que el cine italiano se divide en tres géneros de films, a saber: los que vemos, integrado por una series de comedietas muy parecidas a las de la época fascista (el "subcine", como se le denomina en su país de origen). Los que no vemos, o sea los fims protagonizados por las divas "maggiorale fisiche" (*), a los que se suponen mucho más escandalosos de lo que en realidad son. Y finalmente las películas que no vemos ni falta que hace; aburridas especulaciones más o menos intelectuales, que no se entienden y que quedan reservadas a los públicos más o menos "snobs" de los cine clubs.
Esta división del cine italiano además de incompleta es parcial; incompleta por el hecho de que existe de la resistencia, un género que si bien se manifestó en todo su apogeo entre los años 1946 y 1949, no ha desaparecido de las pantallas italianas.II delito Mateotti (1956), de Nelo Risi y All armi siam fascisti (1962), de Lino del Fra, Cecilia Mangini y Lino Miccichè son los mejores exponentes de esta escuela. Existe también el cine de denuncia social representado por las películas: Roma ore III, de Santis; La terra trema, de Visconti, etc. Puede decirse que las obras más representativas de los mejores directores cinematográficos italianos nos son desconocidas; podríamos citar entre otras: Roma città aperta y Paisà, de Rossellini; Cronaca di poveri amanti y achtung! banditi, de Lizzani; y una larga lista que comprende a Lattuada, Vergano, De Santis, etc. Es, además, parcial, toda vez que determinadas obras que pueden parecer meramente escandalosas o aburridas sólo nos causan esta impresión por un efecto de perspectiva. Italia es un país eminentemente vivo en el cual suceden hechos que llegan a la opinión pública y que son tema de debate. No se intenta hacer un secreto de la corrupción de ciertas esferas de la vida del país, ni de la aguda crisis que afecta determinadas clases y a la propia estructura nacional.
Que en determinados momentos se imponga un estilo determinado y una temática específica sobre las demás tiene una explicación lógica. El cine, como el resto de la vida italiana, está sujeto a los avatares de la vida política. Simultáneamente con la caída del fascismo (1945) el cine italiano de la resistencia irrumpe en el panorama cultural europeo, con la fuerza arrolladora que le impulsó a derribar el fascio. Es un cine progresista, humano y combativo, que ofrece una imagen inédita de la Italia; con él se llega al fin de la retórica y de las frases grandilocuentes y vacías de contenido.
con el advenimiento de la Democracia Cristiana, esta imagen auténtica de Italia se oscurece y surge una imagen de la Italia deseada por sus nuevos dirigentes, la Italia sin conflicto. De la anterior etapa - la etapa del "neorrealismo" - , sólo se retendrá la ultilización de escenarios naturales, pero no con la finalidad de reflejar una autenticidad, sino para escamotear la realidad que creó el cine de la resistencia. En los mismo paisajes donde hemos visto la lucha de los resistentes, aparecerá Gina Lollobrigida flirteando con unos carabineros que ya no disparan, sino que enamoran; en los poblados o suburbios de la periferia de las grandes ciudades aparecerá Sofía Loren que, al final de la película, se casará con un rico fabricante, etc.
Es el cine de las divas de "maggiorale fisiche" o, como dirá Moravia, un "subcine" para una sub-Italia..


EVOLUCION DE FELLINI
Si hubiera que definir el cine de Fellini con una frase, yo propondría la de "el cine del milagro italiano" o "el cine de la D. C.". Fellini empieza su carrera cinematográfica en 1939, como "gangman" (escritor de gags para guiones); a la caída del fascismo colabora como guionista en obras tan importantes del cine, neorrealista como: Roma città aperta y Paisà, de Rossellini; Senza pietà, de Lattuada, etc. Pero su labor de director no empieza hasta 1950 con Luci del Varietà, dirigida en colaboración con Lattuada y el primer film que dirige solo (1952) es LO SCEICCO BIANCO. O sea que Fellini llega como realizador a los estudios italianos, cuando ya ha sido dejado atras el periodo de podríamos llamar de la liberación. Ya no existe el frente de colaboración nacional que derribó el fascismo y lucho en la resistencia; es ya otro tiempo - el de la reconstrucción bajo el signo de la D. C. - y muchos postulados de la etapa anterior han sido abandonados.
La primera obra totalmente realizada por Fellini, quizá la más sincera y desde luego la más modesta, es, como hemos dicho. LO SCEICCO BIANCO. En ella se nos cuenta la história irónica de los sueños romanticos de una provinciana recién casada, lectora emperdenida de "Fumetti" (foto-novelas) que llega a Roma en viaje de novios. Mientras su marido esta pendiente de conseguir mediante recomendaciones, la asistencia a una audiencia colectiva de Su Santidad, ella esta dominada por el afán de conocer los protagonistas de sus novelas, de los que no tarda en descubrir la absoluta mediocridad. Hay que destacar que uno de los guionistas de esta obra es Michelangelo Antonioni, el cual anteriormente, en su corto metraje L'Amorosa menzogna (1949), ya había dado una versión personal sobre este tema, pero con mayor profundidad humana en los personajes y un afinado sentido critico. Los protagonistas de Antonioni son seres humanos, los de Fellini hábiles caricaturas, irónicas, casi sarcásticas, pero muy poco humanas.
En 1953, Fellini dirige I VITELLONI, film sobre los gamberros provincianos, en el cual se ha visto un antecedente de la película de Juan Antonio Barden Calle Mayor. Si es cierto que hay una indudable analogia en la situación y quizá una cierta influencia en el estilo narrativo, es indudable que en Calle Mayor, esta juventud aparece cual un síntoma inequívoco de la vida.
Fellina ha tenido la innegable habilidad de forjarse un un tipo perfecto de director cinematográfico, tan contadictorio y discutible como sus propias obras, y probablemente, en el fondo tan falso como ellas. Hombre inteligente y ambicioso, director cinematográfico con un innegable dominio del oficio y excelente conocedor del país y la época en que vive, atentos a los vientos que soplan y a sus rumbos, ha procurado asimilar y reunir las más destacadas y espectaculares facetas personales de los grandes realizadores cinematográficos, eliminando los riesgos, Fellini es considerado como un director caro, como Stroheim, pero mientras el director austríaco era incluido en la lista negra y no rodó ni un film después del desastre de Queen Kelly, Fellini es buscado por los productores. Tuvo que vencer tantas dificultades y trabas para rodar LA DOLCE VITA, sus últimas obras han levantado tantas polémicas, es tan caprichoso en los detalles ambientales, que sus "boutades" recuerdan las de Orson Welles y casi ha merecido, a su vez, el calificativo de director "Maudit". Pero asi como Orson Welles ha sido borrado de Hollywood. y tiene que limitarse a interpretar personajes intranscendentes en películas americanas con escasa oportunidad para dirigir, las excentricidades de Fellini son toleradas con benevolencia. Aun podríamos hablar del Fellini poeta, del Fellini "enfant terrible", etcétera.



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domingo, 15 de junho de 2008

LP CIDADE NEGRA LUTE PARA VIVER 1990 EPIC

LP CIDADE NEGRA LUTE PARA VIVER
1990
EPIC 231263


O reggae não é novidade por aqui. Na ponta do lápis, a música popular da Jamaica tem pelo menos 20 anos de Brasil, com direito a visto permanente, residência e voto. Desde os primeiros sucessos de Desmond Dekker (The Israelites), Jimmy cliff (Mama Look at the Mountains), até a explosão de Gilberto Gil com "No Woman, No Cry", de Bob Marley, a história do reggae no país do samba vem ganhando contornos cada vez mais exatos. Hoje o shacka-shacka-boom é fenômeno de massa em estados como Maranhão, Piaué e Bahia, ao mesmo tempo que revoluciona mecanismos mais sofisticados, como o de São Paulo, Rio, e outros polos da zona sul do país.
No Rio, a porta de entrada para o reggae foi a Baixada Fluminense, um lugar tão ativo e tenso como as famosas quebradas de Kingston, capital da Jamaica, onde essa síntese rítmica e filosófica dos artistas de rua começou. O clima, os telhados toscos, o vai-vem de pessoas, a pulsação inevitavel da herança africana, tudo provoca essa comparação. Não podia mesmo dar outra: a Jamaica engravidou a Baixada.
Parto norma: Cidade Negra. É a cara da Jamaica, é a cara da Baixada, é a cara dos salões de dança de São Luis, das ruas de Salvador, das pistas mais movimentadas de São Paulo, dos bairros blacks de Nova Iorque e Londres. É também a cara franca do tremendo equívoco em que se transformaram as grandes cidades, sem o baixo astral de quem não acredita na mudança. Palavras fortes, poesia de rua, o dia-a-dia numa leitura inesperada. Bateria pesada, baixo muito grave, a essência das levadas jamaicanas, em baixíssimas freqüências, que faz as pessoas ouvirem com o corpo e não apenas com os ouvidos.
Bateria, baixo, guitarra. Um power trio, cozido no calor insuportável das eternits, fazendo a base para uma voz de rua, rachando os amplificadores para conseguir o peso certo em cada nota, ouvindo o melhor da música da Jamaica no toca-discos e a sonora batucada nas mesas de bar da esquina. O circuito de show foi crescendo. Uma equipe da BBC de Londres incluiu cenas de ensaio e de palco num documentário sobre o Rio, mostrando a ponte invisível que liga as massas de todos os cantos do planeta. Depois excursões para Salvador, São Paulo, definindo um repertório que provocaba todo mundo.
Mais recentemente o caminho se abriu: o rádio, a TV, os meios de comunicação de massa descobriram que o reggae é um dos poucos tipos de música que conseguem respeito e respaldo diante de todo e qualquer tipo de público - ricos e pobres, brancos e negros, padodeiros e rockeiros, surfistas de prancha e surfistas de trem. É a vez do Cidade Negra.
Este primeiro disco do grupo registra vários desses capítulos, boa parte dos muitos desdobramentos da música da raça por aquí. É inevitável tomar o LP como um símbolo do movimento, ao lado de outros fenômenos como os blocos afro da Bahia, a explosão do funk e do reggae nas quebradas e nas praias da zona sul, a valorização da música da terra e a importância disso tudo à luz de uma consciência planetária. O Cidade Negra esta surgindo do jeito e na medida certa, com virtude, em cima da hora. Mereceu do bom e do melhor: gravação de gala, naipe de metais, mixagem cuidadosa, presença especial de Jimmy Cliff (voz em "Mensagem") e diversidade criativa na participação de alguns dos mais ativos nomes da música brasileira, de varias tendências. Tudo sem excessos, sem as reinterpretações fáceis que a tecnología às vezes permite. O som continua da Baixada.
Não espere encontrar mais um time de orfão de Bob Marley ou uma versão anos 90 das químicas bem resolvidas de Gilberto Gil, Jorge Bem e Tim Maia. O Cidade Negra tem estilo, tem identidade, consegue nos remeter a todo este universo enquanto faz sua própria música. Música legítima, brilhante por excelência, que mostra o Brasil nu, ansioso e aflito, mas no colo da Mãe. Prepare-se para o melhor.
A
LUTE PARA VIVER
MENSAGEM Part. Especial Jimmy Cliff
NAO CAPAZES
FALAR A VERDADE
NADA MUDOU
B
GAFANHOTO
ASSASSINATUREZA
NOS JARDINS DESTA NAÇAO
MAMAE SANGRA



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sábado, 14 de junho de 2008

LP MANTOVANI ITALIA MIA MONO LONDON



LP MANTOVANI ITALIA MIA
MONO
LONDON
LLG 11004


Agora, a maravilha da música italiana, em tratamento MANTOVANI! É o que se pode chamar de espetacular, a produção que ora lhes apresentamos, de vêz que reúne o gênio criador do maestro MANTOVANI e tôda a beleza da música cancioneira da bela Itália.
De facto estamos diante de uma soberba gravação. Melodias assim do porte de Catari Catari, Fantasia Italiana, Vissi D'Arte, Torna Surriento e outras, muitas outras, estão aquí enfeixadas em vestimentas magistrais, graças a arte inconfundível do Maestro MANTOVANI - sem dúvida, uma das grandes expressões da música contemporânea.
É disco para ouvir e colecionar.

CATARI CATARI (COR 'NGRATO)
TEMA DO CAPRICHO ITALIANO
ITALIA MIA
VISSI D'ARTE (da "Tosca")
MATTINATA
CARNAVAL DE VENEZA
E BERSAGLIERI
TORNA A SURRIENTO
RITORNA A ME
NESSUN DORMA (da "Turandot")
FANTASIA ITALIANA:
Tarantela
O sole mio
A Francesa
Santa Lucia
Maria Mari
Funiculi Funicula


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KARLSON TU Y EL MUNDO FISICO 1955 EDITORIAL LABOR




KARLSON TU Y EL MUNDO FISICO
Cuarta Edición 1955
Printed in Spain
Editorial Labor



PREFACIO
Se ha descubierto la extraña huella de un paso en las playas de lo desconocido. Para explicar su origen se han construidos teorias, todas muy profundas. Al fin se ha logrado reconstituir el ser que dejó aquella huella, y resulta que tal ser es el hombre mismo.
A.S Eddington
Los físicos nos hemos esforzado siempre en obtener una imagen clara del mundo que nos rodea; para eso estamos. Considerábamos nuestra tarea difícil, pero nunca la creímos irrealizable. En la lejanía vimos nuestra meta: el universo. Y ávidos luchamos por aproximarnos a ella, a veces rápidos, otras con rodeos y a través de inmensas dificuldades; hemos acondicionados nuestros ojos con lentes potentes anteojos, y creíamos ver un paisaje claro bañado por el sol, con árboles, casas y máquinas; pero, al enfilarlo, descubrimos estremecidos, que había desaparecido toda la aparente claridad. Ante nosostros pasan incolores e informes jirones de niebla que se deshacen a medida que se nos acercan. Sí! Casi tememos que sea solamente un engaño este paisaje animado que parecía extenderse ante nosotros: no eran sino manchas en nuestras lentes. Es lo que llamamos la revolución en la Física, y de ello se trata en este libro: tanto la revolución como la reconstrucción.
Pero creemos que no se puede hablar facilmente de este proceso de disolución sin haber descrito ante el cuadro que se ha esfumado. El lego en Física se asemeja ao hombre que llega ao teatro despúes del primer estreacto. Se levanta el telón y aparece en escena una figura extraña: el ELECTRÓN POSITIVO; la sola vista de este ser desata un aluvión de carcajadas: los físicos expectadores se descoyuntan de risa. El lego les mira sorprendido. No encuentra explicación a esta hilaridad, ya que desconece el papel que representa el electrón positivo. En una palabra: no sabe el acontecido en el primer acto.
Y, precisamente, el primer acto es el más importante; el segundo es una representación reservada a los paladares finos. Por eso hemos creído que debe comenzarse por dar cuenta de la primera parte, de la Física corriente que, fuera de los laboratorios de Física, domina hoy y dominará siempre sobre la técnica y la vida. (Por lo demás, los conceptos más importantes, los que se repiten, una y otra vez, pero cuyo significado es olvidado reiteradamente por el lector, se explican en el índice analítico, al final del libro) Naturalmente no olvidaremos la segunda parte: la revolución en la Física.
En esta nueva edición, refundida, se han tenido también en cuenta los asombrosos resultados más recientes, en cuanto suscitan nuestra admiración.
Hemos tratado esto prescindiendo por completo de las Matemáticas, y tan amena y sencillamente como nos ha sido posible; exactamente igual a como se lo hemos contado a nuestro amigo, que no posee conocimiento alguno de Física. Las cosas de que tratamos son suficientemente serias y dignas para poder renunciar a aquéllas en la exposición.
- Física! - dice mi amigo - Jamás he comprendido nada de eso!
No creemos que ello quede resuelta la cuestión. Se dice que muchos negros del centro de África llegan a ser conductores de autos extraordinariamente hábiles, a pesar de entender bien poco de su mecanismo. Los técnicos y los físicos tienden hoy, a menudo, a degradar hasta la categoria de negros a los inexpertos, reservandose para sí el estudio de los procesos internos, ya sea de un aparato de rádio o de la imagen actual del Universo. Hay que oponerse a ello. Todos teremos derecho a iniciarnos, por lo menos hasta cierto punto, y nosotros creemos que para ello sólo se necesita un poco de buena voluntad. No hemos de esperar tras el telón echado a que aparezca la próxima surpresa.
PAUL KARLSON
Berlin marzo 1942


PROLOGO DE LA NUEVA EDICION
los últimos años han traídos muchos resultados nuevos al campo de la Física. No sólo la liberación de energía atómica, que ha de decidir de la vida - o del destino - de futuras generaciones; también hemos sabido cosas nuevas sobre la naturaleza de los rayos cósmicos, las partículas elementales, los elementos transuranianos. Algunas de nuestras opiniones se han modificado, pues no podían sostenerse ante el nuevo material; en cambio otras teorías han quedados demostradas definitivamente por nuevos experimentos.
Ha sido menester tener en cuenta todo esto en esta nueva edición del presente libro. Por desgracia, las ampliaciones no han podido ser efectuadas por el propio autor. El Dr. Paul Karlson está ausente desde abril de 1945. Por esto nos hemos encargado nosotros de redactar las modificaciones necesarias para actualizar la obra. Esperamos haberlo conseguido dentro del espíritu que el autor infundió a la misma.
Agradecemos cordialmente a sus proprietarios la benévola cesión de numerosoas fotografías, algunas de las cuales se hicieron expresamente para este libro.
Profesor Dr. Fritz Bopp Dr Peter Karlson



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sexta-feira, 13 de junho de 2008

LP LEONARDO FAVIO FUISTE MIA UN VERANO MONAURAL CBS URUGUAY

LP LEONARDO FAVIO FUISTE MIA UN VERANO
MONAURAL
CBS 8901
URUGUAY


El tema "Para saber cómo es la soledad" (como dolorosa premonición) era predilecto de un gran amigo mío: Carlos Raúl, murió días antes que yo terminara de grabar este LP. Murió como él se lo propuso años atrás cuando los dos case niños nos asomamos por primera vez a Buenos Aires, (Permiso Almendra...y gracias).
Carlos...este es mi pequeñísimo homenaje a tu entrega y a que cuando fuimos muchachitos un triste día te jugaste por mí...
Yo no te olvidaré - FAVIO.
La pregunta se la han hecho muchas personas: Por qué se dedicó al canto LEONARDO FAVIO? Si ya tenía fama, una buena posición económica y un futuro brillante como actor y director, cómo se arriesgó a comenzar una nueva carrera artística. Parte de la respuesta, para los que conocen este gran talento, es fácil - a LEONARDO FAVIO le encanta el riesgo. Pero hay mucho más que ousadía detrás de esa nueva vocación.
LEONARDO tuvo comienzos humildes, sabe de la lucha del pobre para subsistir y no quiere ni puede olvidar de esta parte de su vida. En el cine ya nos ha dado una muestra de su identificación con el hombre común y su resignación ante una vida que se le presenta complicada e injusta y donde la mera existencia es una lucha cuesta arriba sen aparente sentido.
En su canción queda reflejada esta identificación con el que ama y pierde -"otra vez será" - es el lema de sus personajes. Su lenguaje es simple y directo y su mensaje llega a lo profundo de su pueblo.
Comentando su nueva expresión, LEONARDO FAVIO ha dicho: " Es una forma de expresión más directa que me pone en contacto cotidiano con el público. Al cantar voy directamente a la juventud, no tengo que esperar, como en el cine, que ella venga a mí, y así puedo decirles cosas; decirle, por ejemplo, que el amor existe, que es más valiente desertar que matar, y que el hombre a pesar de él, es tan sensible y frágil como un pájaro".


LADO 1
ASI ES CAROLITA...(Con suficiente folklore como para que también la conozcan los turistas)
AMANECER Y LA ESPERA
ELLA...ELLA YA ME OLVIDO, YO LA RECUERDO AHORA
NI EL CLAVEL, NI LA ROSA
FUISTE MIA UN VERANO
LADO 2
NO SER DIOS Y CUIDARLOS
QUIERO APRENDER DE MEMORIA
PARA SABER COMO ES LA SOLEDAD
ANNY
ALGUNA VEZ UNA CANCION (Qué tal?)
O QUIZAS SIMPLEMENTE LA REGALE UNA ROSA Part. de Carola, esposa de Leonardo Favio
Orquesta y Coro bajo la dirección de Mario Cosentino.



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quinta-feira, 12 de junho de 2008

DELICIAS DE CAFE

DELICIAS DE CAFE


Quando fomos consultados para desenvolver este receituário, nos perguntamos qual o papel do café em nossas vidas. Sua presença diária en nossa história pessoal nos surpreendeu pela frequência e riqueza de assiaciações que iam desde o aconchego do despertar na casa materna à sofisticação dos grandes restaurantes internacionais, passando pela boemia intelectual dos cafés europeus. Queríamos ostentar essa diversidade através de receitas que desvendassem a trajetória dessa frutinha pelo mundo, espalhando seus atributos de aromas e sabores únicos, desde o momento em que saiu das montanhas da Etiópia. E foi por essa via que trafegamos tentando captar a alquimia e as varias personalidades que ele incorporou em cada lugar onde aportou. Seu uso vai bem além do preparo de bebidas, onde suas virtudes são mais reverenciadas. As propriedades estimulantes, descobertas pelo filósofos Sufis para se concentrarem em suas orações, ultrapassaram largamente nos últimos séculos essa intenção piedosa. Esperamos, com as receitas, cumprir um pouco dessa jornada tão ambiciosa e alargar as possibilidades dos consumidores de apreciar de maneiras diversas esse instigante e sutil prazer.
Lucilla Paes de Barros e Stela Morato
Irish Coffee
Dicas para quem gosta de Café
Mocha Brownies
Café Temperado
Panama Cooler
Café e Gengibre
Creme de Coco
Taça Havaiana
Café Imperial
Cachafé
Café das Indias Ocidentais
Ilhas de Creme
Caramelos de Café
Frappuccino
Frapé
Bolo de Banana com Café e Castanha Picada
Torta de Chocolate Branco com Café
Petit Gauteau Café
Suco Premium
Marsmallon de Café com Sorvete de Creme
Tiramissú



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quarta-feira, 11 de junho de 2008

LP RPM DISCO ESPECIAL ENTREVISTA 1988 CBS


LP RPM DISCO RELEASE
1988
CBS ESPECIAL 950115


Revoluções Por Minuto exigem mudanças muito rápidas. Tão rápidas que podem atordoar quem as está operando. E existe uma banda de rock, a mais explosiva e fenomenal que o Brasil já viu (e ouviu), que realizou em dois anos coisas que precisariam de uma década para acontecer. Nem carioca nem paulista, mas brasileira, a banda justamente batizada RPM enlouqueceu a todos os conta-giros, desgovernou as rotações e fez as meninas gritarem e a crítica aplaudir.
E neste ano de duplo 8, após uma pausa para recuperar da loucura toda, o RPM retorna com um novo Lp onde com as cabeças arrumadas e as energias redobradas, mostra que a magia do Rock'n Roll é fatal e gostosa: uma vez enfeitiçado não tem jeito.
Agora é que a festa está realmente começando. Os quatro coiotes vão invadir o país. As Revoluções continuarão acontecendo no seu toca-discos. (PUMP UP THE VOLUME!) Mate as saudades tire as dúvidas e chegue às suas conclusões a partir do papo que se segue. Pode servir apenas para sua informação ou virar um especial de rádio de primeira. Se quiser torná-lo maior, utilize também as demais músicas do novo Lp do RPM.
Tom Leão.


ENTREVISTA.
Lado A
1 Schiavon, quais são as principais diferenças entre este novo trabalho e os anteriores Revoluções Por Minuto e Rádio Pirata ao Vivo?
LUIS SCHIAVON - "Eu acho uma coisa que chama logo a atenção...(...)...que finalmente com uma cara bem própria mesmo.
Tempo: 1'05"
2 P.A.,Você acha que o público vai estranhar o novo som do RPM?
PAULO P.A. PAGNI - "Bom, a principio acho que as pessoas vão estranhar um pouco ...(...)...o nosso verdadeiro público acho que vai pintar agora".
PAULO RICARDO - "É um disco mais pra dentro, de um modo geral...(...)...as pessoas estão esperando da gente mesmo é o inesperado".
Tempo : 1'11"
3 E os Quatro Coiotes, existe algum signifacado escondido por trás dessa idéia?
PAULO RICARDO - "Não, na verdade essa letra eu escrevi...(...)...e era como a gente tava um pouco se sentindo naquela época".
Quatro Coiotes (Paulo Ricardo - Luiz Schiavon - Fernando Deluque)
Tempo : 6'13
4 Nando, durante o último ano a banda esteve realmente desfeita? Conta como foi isso?
FERNADO DELUQUI - "Bom, a gente atravessou um período super conturbado...(...)...Tamos aí de novo".
PAULO RICARDO - "O que as pessoas ficam querendo saber...(...)...Uma coisa mais baseada no prazer de tocar mesmo. A gente voltou rapidinho".
Tempo : 1'40"
5 Schiavon, terá sido o estrondoso sucesso do grupo a nível nacional que causou a separação de vocês?
LUIZ SCHIAVON - "Com certeza, foi um elemento que influenciou...(...)...Mas não foi a coisa principal não".
PAULO RICARDO - "O que aconteceu com a gente foi que...(...)...além da gente não ter muito talento para isso, não tínhamos o menor saco também".
Tempo: 1'40"
6 Paulo Ricardo ainda te incomoda ser considerado um 'sex symbol'?
PAULO RICARDO - "Não, isso já me incomodou no inicio da carreira...(...)...e mais ainda no sentido de que é inconsciente, né?
Show It To Me (Paulo Ricardo - Paulo P.A. Pagni)
Tempo 6'10"


Lado B
1 Por que, Paulo, vocês gravaram mais uma vez (a exemplo de London London em 86) uma música com letra em inglês?
PAULO RICARDO - "É, eu acho engraçadp as pessoas perguntarem isso...(...)...e ficam perguntando essas coisas. Eu acho que é natural".
Tempo 2'20"
2 P.A., o Bezerra da Silva é um grande artista do samba. Por que ele foi convidado a participar numa das faixas do disco? Como surgiu essa música?
PAULO P.A PAGNI - "A idéia inicial dessa música começou a partir...(...)...como ele mesmo pode definir melhor".
PAULO RICARDO - "Ela passa por varios gêneros e de repente...(...)...muito mais do que daquela coisa óbvia da canção de protesto tradicional.
O Teu Futuro Espelha Essa Grandeza (Paulo Ricardo - Paulo P.A. Pagni - Fernando Deluqui - Luiz Schiavon)
Tempo 6'23"
3 E tem outros convidados especiais no disco, Schiavon, além do Bezerra?
LUIZ SCHIAVON - "Além do Bezerra e dos percussionistas...(...)...do disco do Michael Jackson..."
PAULO RICARDO - "Ela fez um dueto com ele...(...)...última sessão dela como..."
LUIZ SCHIAVON - "como músico de estúdio...(...)...muitos anos juntos é que da nisso, né?"
Tempo: 1'30"
4 Nando, no novo disco, você fez belos solos de guitarra, um trabalho maior que você desenvolveu agora.Quem bolou os arranjos?
FERNANDO DELUQUI - "Bom, obrigado pelo comentário...(...)...na verdade é isso, uma nova postura."
PAULO RICARDO - "É, porque, no começo eu e o Luiz...(...)...sabe entender muito bem o que a gente quer passar"
tempo: 2'49"
5 Com este novo trabalho, quando vocês vão começar a turner nacional deste ano?
PAULO P.A. PAGNI - "No começo de junho a gente já deve estar...(...)...fazer seis shows por semana, né?"
FERNANDO DELUQUI - "Aquela coisa de fazer muitos shows...(...)...mais em cima de qualidade do que quantidade"
Tempo: 31"
6 Schiavon, existe algum ressentimento do grupo em relação àquelas pessoas que não acreditavam na volta do RPM ao disco e aos palcos?
LUIZ SCHIAVON - "Na verdade acho que é uma coisa das mais chatas...(...)...E cada um fala e pensa o que quer..."
PAULO RICARDO - "Pelo contrário, a gente é movido um pouco por esses desafios, sabe?
Tempo: 50"
7 Em termos políticos, sociais, emocionais, Paulo, o que espelham as novas letras do RPM?
PAULO RICARDO - "Sei lá, eu acho que, como eu já disse...(...)...do que propriamente se ater a alguns pequenos itens"
Partner (Paulo Ricardo - Paulo P.A. Pagni - Luiz Schiavon)
Tempo: 5'52"
ROTEIRO DA ENTREVISTA: TOM LEÃO


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terça-feira, 10 de junho de 2008

SERGIO CABRAL NO TEMPO DE ALMIRANTE UMA HISTORIA DO RADIO E DA MPB


SERGIO CABRAL NO TEMPO DE ALMIRANTE
Uma história do Rádio de da MPB
Francisco Alves Editora
ISBN 8526502107
1990


Ao narrar a história de Almirante, Sergio Cabral, em texto leve e agradável, com muita riqueza documental, penetra na história do Rádio, da televisão, da Música Popular e, através de trilhas singulares, na própria história do Brasil.
"Rádio só é diversão para quem ouve; para quem faz é um trabalho como outro qualquer. "Esta frase cunhada por Almirante, foi timbrada em seus papéis de correspondência e emoldurada em quadro que sempre adornou as paredes de seus gabinetes de trabalho.
Não sabemos o que levou Almirante a definir o Rádio dessa maneira, mas para quem conviveu com ele e para os leitores desta biografia arrebatada de Sérgio Cabral, leitores que passarão a conhecer Almirante, fica bem claro que essa definição só não se aplica, mesmo, ao próprio Almirante, pois o Rádio para ele nunca foi só diversão e, muito menos, nunca foi um trabalho como outro qualquer. O Rádio foi, sim, sua vida.
Henrique Foreis Domingues, o Almirante, no decorrer de sua carreira obstinada de Radialista, foi adquirindo novas faces e conquistando novas dimensões: cantor, compositor, dublador, folclorista, etnólogo, pesquisador, educador e, acima de tudo, criador/renovador por excelência, que lançou raízes e moldou formas definitivas de um sem números de programas que ainda hoje; conscientemente ou não, servem de modelo para programas de Rádio e televisão. Devotando-se ao Rádio, soube sempre respeitá-lo, a ponto de só grafar a palavra Rádio com R maiúsculo. Sim, a vida de Almirante caracterizou-se pelo empenho em fazer, melhor do que ninguem, programas de Rádio, desde os primórdios do Rádio no Brasil até a sua época áurea, que precedeu a entrada avassaladora da televisão no cotidiano do homem brasileiro.
Mas, curioso, a paixão de Almirante pelo Rádio transmudou-se em paixão do biógrafo, Sérgio Cabral, pelo biografado, Almirante. Só mesmo a paixão, o jeito coloquial e intimista do contador de histórias e a narrativa gostosa de Sérgio Cabral poderiam produzir este livro, que, mais do que um relato sobre a vida de Almirante, é também uma história rica do Rádio no Brasil e uma abordagem fascinante de aspectos originais e de personagens marcantes da MPB.
Mais curioso, ainda, é que a paixão de Almirante pelo Rádio e a paixão de Sergio Cabral por seu biografado contagiaram Herminio Bello de Carvalho, que, numa vibrante apresentaçao do livro (apresentação que ele preferiu chamar de antiprefácio), exalta e saúda, com entusiamo de também apaixonado, biografado e biógrafo. Esse "antiprefácio" aguça a vontade de logo enveredar pela via do Homem do Rádio, Almirante.
E para os que viveram nos tempos de Almirante está reservado um prêmio a mais sob a forma da possibilidade palpável de quase ouvir/reviver a voz segura, firme, abaritonada com que Almirante invariavelmente abria seus programas: BOA NOITE, OUVINTES DO MEU BRASIL.
LMSL Maio de 1990.


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