quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

LP HIPPOPOTAMUS DISCOTECA 1975 SOMLIVRE


LP HIPPOPOTAMUS DISCOTECA

 

1975

 

SOMLIVRE 4047060


“Tem duas coisas que são impossíveis de serem descritas, a Disneylândia e o Hippopotamus. Quando encontro os amigos e digo: Vá lá ver o que é, não dá para contar” - Agildo Ribeiro.

“Nunca imaginei que minha campanha de áreas verdes surtisse tanto efeito: esta é a primeira área verde da noite” - Miguel Colassuano – Ex prefeito de São Paulo

“É o clube noturno mais elegante do mundo” - Rudi Crespi, editor do Vogue.

“Todos que vinham ao Brasil chegavam à Nova York me dizendo: É lindo você precisa conhecer. Nunca imaginei que pudesse ser o que é. Considero o clube noturno mais elegante que já vi” - Olivier Coquelin, criador do “L'Interdit, Le Club, Ondine, Hippopotamus (todos em N.Y) e Habitation Leclere (Port of Prince – Haiti).

“É um desbunde!” - Tarso de Castro – criador do Pasquim.

“...enfim a primeira boite com serviço e decoração classe A” - Alik Kostakis – Última Hora de São Paulo”.

“Surpreendente e de nível internacional, foram duas das expressões mais ouvidas na primeira noite do Hippopotamus” Giba Um – Última Hora de São Paulo.

“O dono da Bradhan está louco com sua boite. A mulher dele disse que se isso fosse feito em Londres seria, o maior sucesso” - José Carlos Pace.

“E porque não fazer uma em Los Angeles?” Sérgio Mendes

“Hippopotamus; uma superprodução do bom gosto. Você entra, fica boquiaberto e não sabe mais se está em São Paulo, Paris ou Nova York – Paulo Cotrim – crítico do Jornal da Tarde – SP.

“O grande sucesso do Hippo, além da decoração e outros ingredientes que usamos, é basicamente a música. Não temos nenhum compromisso com estilos. Queremos é qualidade e variedade capazes de tirar os paulistas de casa e proporcionar uma noite alegre e muito divertida. A fórmula obteve grande sucesso: gente que nunca saiu à noite pode ser vista na pista dançando um tic-to-tic batendo palmas num “Viva la Espanha”. E antes que me esqueça; outro segredo da casa não dá para ceder para os amigos: são as mulheres mais bonitas do Brasil. Isso só indo lá. Outra coisa: frase contida na faixa “Lady Marmalade” não é um convite e sim mera sugestão...tenho certeza que a alegria e descontração invadirão sua sala ao som deste LP

Ricardo Amaral.

LADO A

PHILADELPHIA FREEDOM The Elton John Band

EXPRESS B. T. Express

LADY MARMALADE Les Femmes

SWINGING ON A STAR Spooky & Sue

NO HONESTLY Jeannie

OVNI OBJETOS VOADORES NAO IDENTIFICADOS Solarion

 

LADO B

JE NE SAIS PAS TON NOM Pierre Charby

BROKEN HOME The Whispers

TUTTO BENE Wess & Dori Ghezzi

SHAME SHAME SHAME Linda & The Funky Boys

RUBBY LEE Bill Withers

VIVA ESPAÑA  Chriss Suga


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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

LP AGEPE CULTURA POPULAR 1989 PHILIPS

LP AGEPE CULTURA POPULAR

 

1989

 

PHILIPS842211

O artista do povo cria sua própria universidade. As mesas de botequim estão riscadas de canções. Nas esquinas muitas vezes nascem as revoluções da arte. Nos fundos de quintal se conspira. Nas quadras das escolas se resiste. A resistência cria o enredo de festa e de luta. Nas feiras, praças e terreiros erguem-se uma estrada, um palanque, um palco – tribunas de um sonhador. O tema está nas ruas. Na mão calejada do trabalhador. Na artimanha do malandro. No amor maltratado e na esperança de amor. Na miséria, na felicidade e na ilusão. A música rola nas pedras das calçadas. Os versos crescem no jardins. O povo se levanta e se anima porque todo canto é um alento novo. E todo criador é um sábio. E é dessa sabedoria, dessa cultura popular, que talvez desponte novamente o homem que nos conduzirá à Terra Prometida.

Paulo Cesar Pinheiro

LADO 1

VIROU MANIA

Agepê / Toninho Geraes / Serginho Beagá

BENÇA NEGRO

Márcio Proença / Paulo César Pinheiro

MINHA QUERENCIA

Agepê / Léo da Vila / Canário

FEIRA DE MANGAIO

Sivuca / Glorinha Gadelha

COISAS DO MAR

Mauro Diniz / Ratinho

BOCA DE MEL

Agepê / Léo da Vila / Canário

 

LADO 2

O ARREBOL

David Corrêa

O ENCANTO DOS GANTOIS

Edil Pacheco / Moraes Moreira

QUEM ME OLHA TE VE

Paulo Debétio / Paulinho Rezende

CORAÇAO CARENTE

Agepê / Toninho Geraes / Serginho Beagá

PORTELA NA AVENIDA

Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro


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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

LP ANTONIO CARLOS JOBIM PASSARIM 1987 VERVE


LP ANTONIO CARLOS JOBIM PASSARIM

 

VERVE 8332341 

 

1987

Queridos

Que alegria

Trabalhar com vocês!

Cantar com vocês!

Tocar com vocês!

Amar vocês! Voar com vocês!

Que bom que é tudo isso!

Vamos salvar o mundo que o nosso lindo planetinha anda

muito precisado de carinho.

Não é só receber o limpo e dar o sujo, não, nós vamos

ter que fazer melhor que isso.

Vamos amar o próximo e o distante, e a nós mesmos.

Vamos cuidar dos nossos, que são todos.

Basta um acorde, uma palavra de compreensão.

Vamos dividir o pão e a canção de cada dia.

Vamos cantar a vida!

Vamos salvar a floresta, os bichos.

Vamos salvar o mar e o ar, os peixes e os pássaros.

Vamos salvar os rios e as lagoas.

Vamos semear os campos.

Vamos multiplicar o pão e a esperança.

Beijo do Tom.

Paulo Jobim violão e voz

Danilo Caymmi Flauta e voz

Jaques Morelenbaum cello

Sebastião Neto baixo

Paulo Braga bateria

Voz: Ana Lontra Jobim, Elizabeth Jobim, Maucha Adnet, Paula Morelenbaum e Simone Caymmi

Passarim
Antonio Carlos Jobim
Bebel
Antonio Carlos Jobim
Borzeguim
Antonio Carlos Jobim
Anos dourados
Antonio Carlos Jobim / Chico Buarque
Isabella
Paulo Jobim / Gil Goldstein
Fascinatin' rhythm
George & Ira Gershwin
Chansong
Antonio Carlos Jobim
Samba do Soho
Paulo Jobim / Ronaldo Bastos
Luiza
Antonio Carlos Jobim
Brasil nativo
Danilo Caymmi / Paulo Cesar Pinheiro
Gabriela
Antonio Carlos Jobim

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domingo, 23 de novembro de 2008

LP VICTOR BIGLIONE 1986 ELEKTRA

LP VICTOR BIGLIONE
 
ELEKTRA 6106015
 
1986

Argentino de nascimento, Victor Biglione aportou bem cedo nas praias cariocas começando a captar estilos musicais dos mais variados, colocando a sua disposição uma bagagem musical que reflete todo sentimento de sua geração de músico.

Pesquisador e estudioso das mais diversas tendências, sua guitarra já dedilhou partituras da mais genuína música popular a Bercklee School.

Grande solista, Victor tem se caracterizado pelo seu aguçado sentido harmônico, com virtuosa consciência de Be-Bop, nos improvisos, usando todos os recursos eletrônicos avançados, mas sempre dando margem ao imprevisto que enriquece e transforma a técnica no som limpo de sua guitarra.

Nesse disco Victor mostra uma nova face do seu trabalho: composição. Vivas e vibrantes suas músicas apresentam um novo caminho para a atual música instrumental, reunindo uma troupe musical das mais quentes, fazendo um som inteiro e completamente integrado.

Enfim, talento sobra nesse Bolacha. Esperamos que este seja apenas o começo de uma discografia promissora, onde a guitarra é a alma do negócio.

Wagner Tiso

É gratificante poder transformar paisagens, lugares, imagens e sentimentos em música

Victor Biglione

Todas as músicas compostas por Victor Bilglione.

LADO A

PIRAMIDE

JEANE

VIA AEREA

PIRAMIDE II 

LADO B

RIO CALIFORNIA

FLORESTA NEGRA 

CAÇA NIQUEL

BACK BAY

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LP's, CD's, Livros....

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

LP TRINI LOPEZ NOW! REPRISE 1967

LP TRINI LOPEZ NOW!
 
REPRISE
 
RLP 77009
 
1967
 
LADO 1
BORN FREE
I WANNA BE FREE
THERE'S A KIND OF HUSH
SUNNY
GUANTANAMERA
THEME FROM "THE SAND PEBBLES"
 
LADO 2
YOU TALK TOO MUCH
ONCE I WONDERED
WHERE'S THE LOVE
HOLD ME NOW AND FOREVER
IN THE LAND OF PLENTY
THE EYES OF LOVE

Dos cantores de ritmos modernos é Trini Lopez, sem dúvida, um dos mais dotados de comunicabilidade e do poder de contagiar com sua arte, mesmo os que lhe possam parecer indiferente.

Norte-Americano de Dallas, Texas, nascido Trinidad Lopez e filho de espanhol e mexicana, Trini transmite em sua voz tôda a vibração do espírito latino, dando nôvo colorido à canções de sucesso feito e fazendo o sucesso de novas canções.

Desde o seu primeiro disco para a Reprise - “Trini Lopez at P.J.'s” - a carreira do cantor é um convívio constante com o êxito, que teve seqüência com “More Trini Lopez ar P. J.'s”, “The Latin Album”, “Trini Lopez Live at Basin Street East”, “The Folk Album” e “The Love-Album”.

Não sòmente aos jovens Trini Lopez consegue interessar, tendo-se tornado um dos seus ídolos. A sua música é reconhecida e aplaudida, também, pelos tradicionalistas mais ferrenhos, e isso porque num agradável meio-têrmo êle se coloca, zelando pela beleza melódica da canção, sem exageros rítmicos.

Daí compreender-se seja êle um dos recordistas da Reprise, com mais de um milhão de cópias vendidas “If I Had Hammer” de “La Bamba” e de “A-me-ri-ca”.

Outro fator importante do sucesso de Trini Lopez é a escolha do repertório. Neste disco que você tem nas mãos, por exemplo, Trini apresenta “Sunny” e “Guantanamera” em personalíssimas interpretações e outras canções como “Born Free”, “I Wanna be Free”, “There's a Kind of Hush”, “Theme From “The Sand Pebbles”, “You Talk Too Much”, “Once I Wondered”, “Where's The Love”, “Hold me Now and Forever”, “In the Land of Plenty” e “The Eyes of Love”, que, por certo, lhe proporcionarão um bom entretenimento.

Nesse cuidado para a feitura de um bom disco, há de se destacar também o trabalho do arranjador e maestro Don Costa, cujo desempenho é uma reafirmação do prestigio do seu nome.

And now, para ouvir e para dançar, Trini Lopez.

Mister ECO.

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domingo, 16 de novembro de 2008

LP CLARA NUNES E PAULO GRACINDO BRASILEIRO PROFISSÃO ESPERANÇA 1974 ODEON

LP  CLARA NUNES E PAULO GRACINDO BRASILEIRO PROFISSÃO ESPERANÇA

ODEON 

SMOFB  3838

GRAVAÇÃO AO VIVO 

1974

Um trabalho inteligentíssimo de Paulo Pontes. Não é preciso dizer nada sobre o espetáculo: é maravilhoso. Prefiro falar mais às quatro forças deste SHOW, diretamente: Gracindo, clara, Bibi e Paulinho. Uma beleza.

Chico Buarque

E como está se comportando Clara Nunes, atuando ao lado de um craque como Paulo Gracindo? Muito acima do que você que ainda não viu o show pode supor. Clarinha também está iluminada.

Sérgio Cabral - Diário de Noticias.

Já assisti ao Brasileiro três vezes, aos prantos, não nego. É um espetáculo grandioso, comovente, verdadeiro.

Maysa

Não precisa dizer que fui atendido nun Instituto de Cardiología ao final do show. Na minha concepção, é o mais inteligente e maravilhoso espetáculo que Paulo Pontes já montou e talvez um dos melhores montados neste país. Ele e Bibi Ferreira foram buscar o que havia de melhor em Dolores Duran e Antônio Maria. Contando com Paulo Gracindo, com segurança e talento de Clara Nunes. Um show grandioso e um final enorme.

Mario Lago

Importante era “descobrir” Clara Nunes: cantora com força, iluminada e linda. Importante passou a ser tanta coisa...

Hildegard Angel

ùltima Hora


Quanto a Clara Nunes, deixa de lado a imagem que exclusiva de sambista que estava formando nos últimos tempos para mostrar que pode muito mais.

Bella Stal

Jornal do Brasil

Gracindo, vai do cômico ao trágico, em frações de segundos. Até suas pausas comovem.

“Brasileiro Profissão Esperança”. Uma das coisas mais sérias que temos tido a oportunidade de ver nos últimos anos.

Gilberto Braga

O Globo

“Brasileiro Profissão Esperança” não é nada. Quer ver é ser tudo isso no palco do Canecão.

Ronaldo Bôscoli

Última Hora

O atual sucesso de “Brasileiro Profissão Esperança” é Paulo Gracindo elevando a arte do dizer a alturas únicas no Brasil. É a palavra voltando a ter status força e importância.

Artur da Távola

O Globo

Afinal um programa obrigatório para quem gosta de ver a sua inteligencia respeitada mesmo nas horas de lazer.

E todas as intenções da antologia foram habilmente desenvolvidas na direção de Bifi Ferreira, impecável na pontuação e na criação do clima dramático adequado às românticas composições em destaque.

Maria Helena Dutra.

Veja

Antonio Maria e Dolores Duran se tivessem sido irmãos não seriam tão parecidos. Os dois gostavam de viver mas de noite que de dia, os dois faziam canções, os dois precisavam de amor para respirar, eram puxados pra gordo e, mesmo na hora da morte, os dois foram atingidos por um só inimigo, o coração. A obra que os dois deixaram, hoje espalhada pelos jornais e gravadoras do País, reflete essa indisfarçável identidade. Mas, prestando atenção nas coisas que eles disseram e escreveram e nas músicas que eles fizeram é que a gente descobre a expressão maior dessa semelhança, os dois se refugiavam do absurdo do mundo, que eles revelaram com humor e amargura, na desesperada aventura afetiva. O amor era o último reduto dos dois. A montagem do texto de “Brasileiro, Profissão Esperança” se apóia no permanente cruzamento dessas duas vidas, de tal forma que ninguém sabe o que é de Antonio Maria e o que é de Dolores, assim como uma canção de Dolores exprime a sensibilidade de Maria.

A montagem evoluiu intensificando, a cada momento, a tensão entre o mundo objetivo e a sensibilidade dos dois, terminando por alcançá-los no que Maria chamava de “auge do desamparo”. Em Maria: “Se eu morresse amanhã de manhã”; em Dolores: “Dá-me Senhor uma noite sem pensar” ou “A solidão vai acabar comigo”. Só resta agora mostrar o resultado desse trabalho ao público, na expectativa de que ele sinta a mesma emoção que nós não cansamos de sentir nos ensaios. Pode ser que aconteça um erro de cálculo – mas nós acreditamos que qualquer brasileiro se verá um pouco nessa generosa, irônica e desesperada aventura existencial contidas nas vidas de Dolores Duran e Antonio Maria.

Bibi Ferreira

Paulo Fontes


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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

LP COLLEGIUM MUSICUM DO TEMPO DO IMPERIO


LP COLLEGIUM MUSICUM DO TEMPO DO IMPERIO

FESTA

LDR5024

DA RADIO MINISTERIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA DO RIO DE JANEIRO

Com a 'Participação da Soprano PRISCILLA ROCHA PEREIRA'


La MODINHA - Canción sentimental - es la más genuína manifestación de la canción popular brasileña. Es la propia cristalización musical de los impulsos afectivos de nuestro pueblo, del que traduce las ayes, los dolores, los suspiros y las cuitas de amor. Género palatino en sus comienzos, reflejando con asuidad influencias del canto operístico italiano, se populariza después, adquiriendo inconfundibles características nacionales.

Mario de Andrade, estudioso incansable y maestro consumado de la incipiente musicología brasileña, recopiló en un álbum de história importancia (Modinhas Imperiais, L.G. Miranda Editor, São Paulo, 1930), una hermosa selección de estas flores de la sensibilidad musical brasileña, de las cuales algunas aparecen recogidas en el presente disco, transcritas por George Kiszely.

Contrastan con el envolvente lirismo de las MODINHA - especie de arias populares - la alacridad y el brillo de un conjunto de pequeñas piezas instrumentales(con excepción del Lundum final) del álbum PLACERES DEL BAILE (Prazeres do Baile, Colleção de / Quadrilhas, Valsas, Schottischs, Polkas / para piano. / Narciso & Arthur Napoleão / Rua do Olvidor, 89 / Rio de Janeiro), aqui grabadas en solos de clavicordio, con evidente vantaja para subrayar su remoto carácter de música fuera de época.

CARA A

La cara A del disco se abre con una breve pieza en solo de clavicordio, vagamente denominada BOLEROS, de autor anónimo, cuya música tuve franco acceso a los salones de antaño. Se trata de una danza o baile en tres tiempos, de origen español, muy en boga en el siglo XIX.

En la faja 2 está la MODINHA imperial "Donzela por Piedade não Pertubes..., de J.S. Arvelos, transcrita para soprano con acompañamiento de clavicordio, flauta, viola y violoncelo. Los adornos de su lánguida línea melódica reflejan las influencias operísticas que se dejaron sentir en la MODINHA de salón.

De autor anónimo es la MODINHA que sigue en la faja 3, SI TE ADORO, que Mario de Andrade recogió en el álbum LA LIRA MODERNA. Ésta transcrita, en esta versión, para flauta dulce con acompañamiento de clavicordio y violoncelo. La flauta dulce tiene aquí muy adecuado empleo a la expresión algo ingenua de este tierno mensaje amorosa.

MONTENERO, pieza para clavicordio (faja 4), es un curioso ejemplo de aclimatización de la música popular hispanoamericana Camara Cascudo hizo referencias a MONTENELO Y MONTINELO, "Danza popular de la tercera década del siglo XIX, En Recife, y posiblemente en otros lugares del Brasil" (Dicionário do Folklore Brasileiro).

EU NAO GOSTO DE OUTRO AMOR (No hay otro amor que a mí me gusta), faja 5, LUNDÚ bahiano - expresiva melodía de raíz afrobrasileña - compuesto por el Padre Teles y transcrito para soprano con acompañamiento de clavicordio y violoncelo, dibuja la presencia eclesiástica en el ameno reino de la MODINHA, en dondo pontifican tantas inspiradas sotanas. En el caso que nos ocupa, el LUNDÚ del Padre Teles - que vivió en los condenzos del siglo XIX - se hace notar por las picarescas inflexiones de la línea melódica.

GAVOTTA, que completa la cara A, ejemplifica la influencia erudita en las danzas de salón del Imperio, si bien no conserva la forma de la clásica gavota.

CARA B

CAXUXA Y MIUDINHO, para solo de clavicordio, extraídas del álbum PLACERES DEL BAILE, es la yuxtaposición de dos piezas que contrastan por su carácter: la primera - CACHUCHA - de procedencia hispanoamericana, y la segunda, danza popular en boga desde el primer Imperio.

ACASO SAO ESTAS...(TAL VEZ SEAN ESTOS...), faja 2, MODINHA que Spix y Martius, en su obra REISE IN BRASILIEN incluyeron, es una página impregnada de dulce ternura trovadoresca y al propio tiempo de nobleza solariega.

Reflejos del melodismo de la ópera italiana se mezclan al sentimiento brasileño en la MODINHA VEM A MEUS BRAÇOS, faja 3, de autor desconocido, aqui presentada en solo de flauta con acompañamiento de clavicordio y violoncelo.

SORONGO (faja 4), es una danza popular difundida en Brasil en el siglo XIX, lo que atestigua su inclusión en PLACERES DEL BAILE, álbum de donde procede.

Del autor A.J.S. Arvelos es la MODINHA 'QUE NOITES EU PASSO...'(QUÉ NOCHES YO PASO...), faja 5, coleccionada por Mario de Andrade en su citada recopilación. La línea melódica trasciende un sabor popular que se distancia de los ejemplos aristocráticos del género. En la presente versión, el canto es acompañado por el clavicordio, flauta dulce, viola y violoncelo.

Una vez más figura el Padre Teles en esta selección, ahora con la MODINHA 'EU TENHO NO PEITO...'(YO TENGO EN EL PECHO...), faja 6, página de trabajada factura, tirando la "Romanza" y a la ária de ópera, sin perder, mientras tanto, su espontaneidad. La presente versión es para solo de flauta, acompañada de clavicordio y violoncelo.

Amanerado, gracioso, reflejando a través de la inspiración del autor anónimo la familiaridad con el repertorio para clavicordio palatino, es el LUNDUM que cierra esta colección, que de LUNDU sólo tiene el nombre: lo que resulta, es una deliciosa imitación de alguna página de los excelentes músicos de la Escuela de Mannhein o de sus epíganos. Mario de Andrade que lo incluño en las MODINHAS IMPERIAIS, considera que cierra su álbum "con broce de oro". Lo mismo ocurre con este disco.

ADHEMAR NOBREGA

Fundado em dezembro de 1961 na Rádio M.E.C., o COLLEGIUM MUSICUM, a exemplo das entidades congêneres da Europa constitui uma equipe de artista destinado à prática e à divulgação da música pura, consagrando-se de preferência aos autores da Renascença e do Barroco. Sob a direção do seu fundador, GEORGE KISZELY, o conjunto se apresentou em numerosas audições radiofônicas, programas de TV e concertos públicos, merecendo da crítica elogiosa referências.

Nesta gravação tomam parte os seguintes intérpretes:

PRISCILA ROCHA PEREIRA, soprano formada pela Escola Nacional de Música, atuando freqüentemente como recitalista. É considerado um dos valores destacados da nova geração.

LENIR S'QUEIRA, primeira flautista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal, apresentando-se muitas vêzes como solista e como integrante de conjuntos camerísticos.

ANTONIO DE PADUA GUERRA VICENTE, violoncelista, descendentes de uma família de músicos e dotado de excepcionais qualidades como executante. "Spalla" da Orquestra de Câmara Pro Arte e da Orquestra Sinfônica Juvenil do Teatro Municipal, é ainda detentor de vários primeiros prêmios em concursos.

TELIA T. OGNIBENE, cravista, pertenceu ao corpo docente dos Seminários de Música da Universidade da Bahia, tendo sido um dos fundadores da Orquestra de Câmara de São Paulo. Integra como pianista a Orquestra de Câmara da Rádio MEC, atuando com freqüencia como solista e como acompanhadora.

GEORGE KISZELY, violista, natural de Budapest, ex-membro do corpo docente do Seminários de Música da Universidade da Bahia, onde foi fundador e regente da Orquestra Sinfônica Juvenil. Fundador e diretor do COLLEGIUM MUSICUM da Rádio MEC, é atualmente viola "Spalla" da Orquestra do Teatro Municipal. Detentor de vários prêmios, foi o vencedor do Concurso de Viola promovido pela RADIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA (RADIO MEC)

LADO A

BOLERO Solo de Cravo (Anonimo)

DONZELA POR PIEDADE NAO PERTUBES Modinha

MONTENERO Solo de Cravo

EU NAO GOSTO DE OUTRO AMOR Lundu-Bahiano

GAVOTTE Solo de Cravo

LADO B

CAXUXA E MIUDINHO Solo de Cravo

ACASO SAO ESTES Modinha

VEM A MEUS BRAÇOS Modinha

SORONGO Solo de Cravo

QUE NOITES EU PASSO Modinha

EU TENHO NO PEITO Modinha

LUNDU Solo de Cravo

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

LP MARCIA EU E A BRISA 1968 PHILIPS MONO


LP MARCIA EU E A BRISA

 

PHILIPS R765035

 

1968 

 

MONO


Poderia dar “aquela” de falar em técnica de gravação, de harmonização, bemóis, sustenidos, ou então dar um punhado de dados sôbre “a vida e a obra” dos compositores (horrível, horrível...) Ou tentar convencê-los da excelência dos arranjos. Ou falar em impostação de vocal, em registro, etc., etc.... complicaria tudo. E no fundo, no fundo, seria apenas para que vocês pensassem: “que cara entendido em música!...” Nada disso. Não gosto de truques. Falemos com a pureza e a franqueza de quem se encontra meio arrebentado de paixão. Começo, portanto, dizendo: quem me apresentou a môça foi uma canção. Flávio. Márcia. Muito prazer. Ela nem respondeu. Com aquele voz que a gente gostaria que a nossa amada-idolatrada-salve-salve tivesse, fêz a canção ficar mais canção. Bendita brisa que trouxe a môça! Não aconselho a ninguém um fim-de-semana com lareira acesa, uísque no copo, e Márcia cantando. É dose pra leão. Tanto, que fica decretado em nome do que há de melhor atualmente na música popular brasileira: “Artigo 1º Todo cidadão maior e vacinado, solteiro ou casado, largado ou amarrado, só ou acompanhado, numa ilha deserta ou na multidão, apaixonando-se por Márcia, tem cem anos de perdão. Artigo 2º Revogam-se as disposições em contrário”

Flávio Cavalcanti

LADO 1

EU E A BRISA

PRA MACHUCAR MEU CORAÇAO

CANÇAO QUE MORRE NO AR

SE A GENTE MORRESSE DE AMOR

E PRECISO DIZER ADEUS

PASSA POR MIM

 

LADO 2

A VOLTA

SAMBA DA PERGUNTA

DORME PROFUNDO

AULA DE MATEMATICA

DE VOCE EU GOSTO

EU TAMBEM PRECISO DE VOCE


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sábado, 18 de outubro de 2008

LP CARLOS CONCEIÇÃO O CANTOR E O COMPOSITOR 1989 FAMA


LP CARLOS CONCEIÇÃO O CANTOR E O COMPOSITOR

1989

FAMA 90050
Autografado

Carlos Conceição, violinista, compositor e cantor, me chamou a atenção desde o sucesso com “Nêgo John” gravado por Emílio Santiago de sua autoria.

Revelação gratificante para a MPB, dono de voz quente, poesia cativante. Tem seu trabalho já bem conhecido no Estado do Rio onde se apresenta com sucesso.

Lançar um disco independente é como dar “cotoveladas” para ocupar o espaço que lhe é de direito.

Carlos Conceição, vá em frente que o sucesso é certo!!!

Palavra de madrinha.

Zezé Motta.

30 – 1 – 89


LADO A

TARDE DEMAIS (Carlos Conceição / Pedro Jorge)

BATE CORAÇAO (Carlos Conceição / Rubinho)

VIVA E DEIXA VIVER (Carlos Conceição / Pedro Jorge)

SEU JEITO FELIZ DE SE DAR (Carlos Conceição / Rubinho)

CIO CIGANO (Carlos Conceição / Dalmo)

LADO B

A VEZ DO CORAÇAO (Carlos Conceição / Pedro Jorge / Babaia)

NEGO JOHN (Carlos Conceição)

UMA HISTORIA DE AMOR (Carlos Conceição / Rubinho)

NO AMANHECER DA MINHA VIDA (Carlos Conceição / Rubinho)

APRENDIZ DE ME ESQUECER (Carlos Conceição / Memel)

Músicos Participantes:

Arranjos, Regências e Teclados: Jota Moraes / Gilson Peranzetta

Arranjos, Regências e Trumpet: Bidinho

Bateria: Picolé

Baixo: Jorjão

Guitarra: Zé Carlos

Violão: Carlos Conceição

Piano em “Nêgo John”: Hugo Fatoruso

Sax Tenor: José Carlos Machado

Sax Alto: Paul Liberman

Trombone: Roberto Marques

Coro: Bebeto, Fernando, Miriam Perachi, Claudete e Rubinho

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