quarta-feira, 22 de abril de 2009

A AVENTURA DO CHOCOLATE DO CHA E DO CAFE

A AVENTURA DO CHOCOLATE, DO CHA E DO CAFE

Serie Descobrindo

EDITORA GLOBO / TEMPOS MAGICOS

A LENDA DO CAFÉ

Conta-se que o café foi descoberto na Abissínia (hoje, Etiópia), por pastores. Eles perceberam que suas cabras ficavam despertas após comerem as folhas e os frutos de um arbusto desconhecido. Surpresos, eles contaram o ocorrido a uns frades.

Os frades seguiram as cabras e colheram alguns frutos do arbusto, secaram-nos e, com eles, preparam uma infusão, que beberam. Por sua vez, ficaram despertos, sem poder dormir naquela noite. Mais tarde, peregrinos e viajantes provaram o café e o trouxeram para seus países.

O hábito de beber café se espalhou no mundo inteiro. Na frança, desde o século XVII, as pessoas elegantes se encontravam nos cafés públicos para conversar. Hoje, ainda, os cafés são lugares para encontros e conversas. 

AS GRANDES PLANTAÇÕES DE CAFÉ

O café é cultivado na África (Costa do Marfim, Uganda, Angola e Etiópia) e na Indonésia. Mas é, principalmente, na “América Central” e América do Sul, no Brasil e na Colômbia, que sua produção é maior. No Brasil, ele chegou em 1727, quando o sargento-mor Francisco de Melo Palheta trouxe as sementes da Guiana Francesa. Aclimatou-se bem nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rondônia.

Até o século XIX, os escravos é que tomavam conta das plantações de café, podando as árvores e irrigando as terras secas. 

A COLHEITA DO CAFÉ

Quando maduros, os frutos são colhidos a mão e depois peneirados e lavados. São então despolpados, isto é, máquinas separam as sementes das cascas. As sementes são postas a secar num terreiro por várias semanas, sendo constantemente revolvidas. Por fim, são torradas e moídas.

O grão verde não tem cheiro: toma o perfume e a cor café que conhecemos somente após a torrefação. Para que os grãos de café conservem o aroma, o melhor é moê-los no momento de fazer a bebida.

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terça-feira, 21 de abril de 2009

LUIS ADONIS V. CORREIA QUEM ROEU A ROUPA DO REI?

LUIS ADONIS V. CORREIA QUEM ROEU A ROUPA DO REI?

Cliente e Mercado em Outro Rei Lear

EDITORA NEGOCIOS

ISBN8586014672

136 Pags

2001

Estrada e Tempestade

Difícil dirigir na estrada aquela noite. A tristeza que cingia o Rei não o deixava ver muita coisa. Olhava para o retrovisor de sua vida. Recordava. Era a esperança de identificar no vídeo de sua carreira onde falhara. Teria errado como pai, empresário ou ambos?

Naquele instante, um caminhão o ultrapassa, com a seguinte frase escrita no pára-choque: “Não sou o dono do mundo, mas sou o filho do dono”. Resmungou a si próprio:

|- Religiosidade ou mais uma empresa familiar?

Outro caminhão o ultrapassa. No pára-choque, escrito: “Mais vale um mal acordo que uma boa briga”. Ele se irritou:

- Mas o que é isso? Terapia sobre rodas?

A tempestade que se pronunciara enfim se fez presente. O vento e os raios testemunhavam agora os céus despejando as águas dos mares e das lágrimas. Não se lembrava de ter ligado o rádio, mas começou a ouvir uma canção:

“There’a a little Black spot in the Sun today

It’s the same old thing as yesterday…”

Dirigia, pronto para praguejar:

-O próximo caminhão que passar com esses minutos de sabedoria vai levar uma fechada.

O som,  ainda baixo relatava:

“...Theres a Black hat caught in a hight tree top

There’s a flag pole rag and the wind won’t stop…”

A canção continuava, imune como o vento:

“...That’s my soul up there...”

Começou deixar de lado a vingança ao volante quando ouviu:

“There’s a king on the throne with his eyes torn out

There’s a blind man looking for a shadow of double…”

No lado direito da Estrada avistou um letreiro luminoso. Grande piscando e de luz intensa, o letreiro sobrevivia à tempestade. Estava lá: Bar. O que valeu o comentário:

- Talvez seja bom parar um pouco neste bar, esperar que o temporal acabe.

No mesmo letreiro agora aparecia> The Doors.

- Humm, Bar the doors. Deve ser um bar musical. Naomi falava muito desse grupo de rock.

Antes que se alongasse em qualquer inferência, surgiu no letreiro luminoso> of the castle. Leu e mal podia acreditar:

-Bar the doors of the castle?! (Tranquem as portas do castelo?!) Mas o que é isso?!

Encolerizado como um dos raios, saiu da estrada, freou o carro e o estacionou embaixo dos letreiro. Saiu sob a chuva intensa para tomar satisfação:

_ “Tranquem as portas do castelo”?! Quem você pensa que é, seu letreirozinho de m...! Quem é você para dar ordens?! Você me conhece? Alguém neste temporal, no meio do nada, me conhece?

Bom, como era de se esperar, o letreiro não respondeu. Aliás, nem piscou. Parecia ter sido desligado. Mas o rei continuava ligadão:

 - Quem é você para impedir minha entrada? Se há um castelo, fui eu quem construiu!

E o letreiro, nada. Só na dele. Apagadão. E o Rei, chafurdado na ira e na chuva, ouvia claramente a canção...

“...I have stood here before inside the pouring rain 

With the world turning circles running round my brain

I guess I always thought tha you could end this reign

But it’s my destiny to be the king of pain…”

Correu para o carro e o rádio continuava desligado. Mas ouvia cada vez mais alto. Desesperado, perguntava ao breu do céu:

- O que é isso? Uma pegadinha? Eu processo você. Não me importa quem você seja, meus advogados o processarão.

E sem qualquer abalo por parte dos céus, da tempestade e do letreiro, ajoelhou-se, rendido as forças maiores e desconhecidas. Alquebrado, suas lágrimas juntavam-se à chuva. No intervalo de trovões ainda ouviu-se o Rei proferir o final da canção:

- King of pain, I Will always be, King of pain.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

DELSON GONÇALVES FERREIRA O ALEIJADINHO

DELSON GONÇALVES FERREIRA O ALEIJADINHO

Editora Comunicação

PREMIO CIDADE DE BELO HORIZONTE DE ENSAIO 1981

157 Pags

O ALEIJADINHO é uma presença viva. E, com o tempo e os estudos, diminui o mito e cresce sua grandiosa realidade. Por isto, este trabalho síntese de Delson Gonçalves Ferreira, ganhador do Prêmio Cidade de Belo Horizonte, outorgado pela prefeitura, via uma comissão julgadora de alto nível (Danilo Gomes, José Carlos Lisboa e Waldemar de Almeida Barbosa) é uma contribuição sumamente importante.

Bem escrito, resultado de paciente, longa e amorosa pesquisa nas boas fontes, esse trabalho como que resume, sintetiza quase tudo o que já se escreveu e publicou até hoje sobre o genial mulato Antônio Francisco Lisboa.

O livro indica vários pontos de partida: o estudo sobre o misticismo de Aleijadinho, os seus Cristos, de traços semelhantes ao Cristo do Santo Sudário, as interpretações textuais e contextuais dos latins, principalmente das cartelas dos Profetas, em que Bazin erra varias vezes, um retrato humano e sincero do escultor, tudo se apresenta como verdadeira OBRA ABERTA, um ensaio que deve ser interpretado e continuado.

Transcrevendo documentos e depoimentos, retificando dados, corrigindo o latim do notável Germain Bazin, rebatendo as afirmações de Augusto Lima Junior, que negara a existência do Aleijadinho, mostrando e comentando as criações do entalhador deformado, Delson Gonçalves Ferreira merece ter seu trabalho lido por todos os estudiosos deste país.

Vida e obra do Aleijadinho não são apenas uma afirmação grandiosa e sofrida de arte e transfiguração, da pedra e da madeira, em beleza. São ainda e mais afirmação de grandeza do MAZOMBO, que não era nem queria ser inferior aos estrangeiros, principalmente, aos portugueses colonizadores. Os mazombos foram capazes de criar uma arte brasileira. O que a inconfidência não pôde fazer, o Aleijadinho fez: impor o MAZOMBO, o produto brasileiro, feito, não da pureza do índio, mas da mestiçagem.

UM RETRATO

“Antônio Francisco era pardo escuro, tinha a voz forte, a fala arrebatada e o gênio agastado; a estatura era baixa, o corpo cheio e mal configurado, o rosto e a cabeça redondos e esta volumosa; o cabelo preto e anelado, o da barba cerrado e basto; a testa larga, o nariz regular e algum tanto pontiagudo, os beiços grossos, as orelhas grandes e o pescoço curto. Sabia ler e escrever, e não consta que tivesse freqüentado alguma outra aula além de primeiras letras, embora alguém julgue provável que tivesse freqüentado a de latim...”

“Possuía um escravo africano de nome Maurício, que trabalhava como entalhador e o acompanhava por toda a parte: era este quem adaptava os ferros e o macete às mãos imperfeitas do grande escultor, que desde esse tempo ficou sendo geralmente conhecido pelo apelido de - ALEIJADINHO”.

(Rodrigo José Ferreira Bretas – traços biográficos relativos ao finado Antônio Francisco Lisboa – apud Revista do Arquivo Público Mineiro – Imprensa Oficial de Minas Gerais – Ouro Preto  - 1896 – pág. 163-164)

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

SALUD JOÃO NUNES MAIA por el espíritu MIRAMEZ 1993 FONTE VIDA

JOÃO NUNES MAIA por el espíritu MIRAMEZ SALUD

Editora Fonte Vida

Primera Edición en Español 1993

Impreso en Brasil

"Este libro, que acaba de nacer a através de la luz de la mediunidad, es una expresión de salud, con las directrices de un comportamiento guiado por el camino del Evangelio de Nuestro Señor Jesucristo. Es un convite para que tengáis armonía en vuestro mundo íntimo y podáis ayudar a los otros con ejemplos de la verdad.

Dictado por nuestro hermano Miramez, ofrece algunas indicaciones prácticas para preservar la salud del enfermo o para que éste se restaure de sus desequilibrios. Sin embargo, lo más importante es llevar a la criatura para dentro de sí misma y usar sus propios valores, como la caridad consigo misma, en la función del bienestar interno. Ha de notarse en esta obra que la mente renovada con Jesús recibe por las manos de la naturaleza, un cuerpo saludable en todos los sentidos.

El libro que se encuentra en vuestras manos, Salud, debe ser leído, meditado, observado y experimentado, sin la preocupación de que de un día para otro vengáis a cosechar los tesoros de la salud. Comenzad respetando las leyes naturales, creadas por Dios, y os será dada por misericordia, la armonía que tanto deseáis"

Bezerra de Menezes

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domingo, 12 de abril de 2009

CARLOS REVERBEL O GAUCHO ASPECTOS DE SUA FORMAÇAO NO RIO GRANDE E NO RIO DA PRATA

CARLOS REVERBEL O GAUCHO 
Aspectos de sua formação no Rio Grande e no Rio da Prata
L&PM
Coleção Universidade Livre
ISBN8525400920
1986
SUMARIO
Um quebra-cabeça
O boi
O cavalo
Guerra de papel
Terra de ninguém
O gaúcho I
O gaúcho II
O gaúcho III
O gaúcho IV
O gaúcho V

Um Quebra-Cabeça  
Os etimologistas ainda não se entenderam a respeito da origem da palavra GAÚCHO. E, ao que tudo indica, jamais se entenderão. Seria então o caso de não se entrar na matéria, espécie de “procissão do desencontro”, como diria Oswald de Andrade. Mas as coisas devem começar pelo princípio, embora a afirmação seja acaciana e, não raro, importe em pura perda de tempo.
Nessa velha e surrada pendenga, a melhor política é a seguida por Augusto Meyer: depois de apontar as principais versões sobre a etimologia do complicado vocábulo, deu o assunto por encerrado, sem adotar nenhuma. E note-se que o grande escritor não era homem de deixar de opinar quando versava temas gauchescos, terreno em que se movia com o tino e a desenvoltura de Blau, o vaqueano.
De sangue germânico (seus avós era “brummers” aqui chegados em 1851, integrando a Legião Alemã, contratado pelo império para a luta contra Rosas), citadino dos quatro costados e senhor de vasta cultura humanística, havia em Augusto Meyer um sentimento regionalista, marcante em sua obra poética, que o levaria a realizar pesquisas e produzir ensaios (alguns seguramente fundamentais) sobre os temas mais apaixonantes do populário rio-grandense...
O Boi
Como o boi é, de certo modo (no sentido sociológico, digamos), pai do gaúcho, não se pode deixar de introduzi-lo nestas páginas, com as primazias e as homenagens devidas aos velhos patriarcas. Sem o aparecimento do boi e a multiplicação dos rebanhos, não teríamos chegado à idade do couro, origem e fundamento da civilização guasca do Rio Grande do Sul, de onde saiu o gaúcho. Aliás, segundo Augusto Meyer, o vocábulo GUASCA passaria a sintetizar a própria idade do couro. E não tardaria a tornar-se sinônimo do termo GAÚCHO, dentro e fora do Rio Grande. Além de ter coligido os versos do “Cancioneiro Guasca”, Simões Lopes Neto tinha sua literatura na conta de “Expressão da cultura guasca”. Foi assim que ele a definiu, na dedicatória dos “Contos Gauchescos” a J. F. de Assis Brasil.
A principio, a alcunha se apresentou eivada de reservas preconceituosas, por vir envolta em conotações rústicas, características da vida agreste da campanha, quando não significando coisas graves, como preador dos rebanhos alçados, changador dos campos abertos e até ladrão, com todas as letras. O termo GUASCA terminou, porém, ganhando novo sentido, como também aconteceria com o vocábulo GAÚCHO. E então a palavra GUASCA, já agora irmã gêmea da palavra GAÚCHO, também passaria a designar, com natural e geral aceitação, os filhos do Rio Grande do Sul. Se, por ventura, ainda houvesse qualquer restrição ao seu emprego, esta teria caído quando o vocábulo apareceu “na obra de um dos nossos escritores mais ponderados na economia da frase: Machado de Assis. No Quincas Borba, diz Dona Fernanda a Carlos Maria, referindo-se, em caloroso elogio, a uma filha do Rio Grande:  - É uma guasca de primeira ordem”.
GUASCA, de Huaska, vocábulo étimo quínchua, chegou ao Rio Grande através do Prata. Uma vez atravessada a fronteira, a palavra não tardaria a ganhar novo conteúdo semântico, passando, então,  a também designar o tipo social formado nas áreas pampeanas e nas regiões das savanas e coxilhas da campanha rio-grandense. No Uruguai e na Argentina, onde o étimo HUASKA originou o termo GUASCA, esta palavra continua despojada e seca, mantendo apenas, na sua pobreza, a significação primitiva: tira de couro cru, soga, como está no “Vocabulario y Refranero Criollo”, de Tiro Saubidet. Mas como síntese da idade do couro, também deu lugar, como no lado de cá da fronteira, à origem do complexo cultural de onde saiu o gaúcho. O folclorista Hélio Moro Mariante dedicou-se ao estudo da idade do couro no Rio Grande do Sul, apresentando copiosas informações a respeito.
Embora os Incas não tenham incursionado ao Prata, muitos vocábulos de sua língua geral – o quíchua – chegaram ao Uruguai e Argentina, trazidos pelos conquistadores espanhóis, introduzindo-se a seguir no Rio Grande e afinal se integrando na dialetologia gaúcha. É o caso, entre muitas, de palavras como CANCHA, CHASQUE, PORONGO, TAMBO, CHINA, MATE, CHARQUE, CHÁCARA. Contrariamente a quase todos os etimologistas, nada afirmativos, como vimos, em relação ao termo GAÚCHO, raramente se aventurando a sair do terreno das hipóteses e conjeturas, Sílvio Júlio é taxativo e peremptório: “GAÚCHO – outro termo de étimo quíchua, que os habitantes do Rio da Prata pronuncia gaucho, pois tiraram de guacho”. Em que pese sua probabilidade intelectual e sua erudição na matéria, esta afirmativa do autor de “Pampa” faz lembrar a história do único soldado de passo curto no seu pelotão. Foi consignada de passagem num dos seus estudos...

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sábado, 11 de abril de 2009

EXPORTAÇÃO E EMPRESA JOSE CARLOS DE ALCANTARA LOPES

EXPORTAÇÃO E EMPRESA JOSE CARLOS DE ALCANTARA LOPES

Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior
Informe Técnico
64 Pags
1982

Exportação e Empresa é um livro que encoraja o exportador, propondo-lhe uma estratégia própria, em que se relevam planejamento, organização e padrões rigorosos de qualidade dos serviços e produtos.
A objetividade e inteligência do autor simplificam, sem dúvida, a tarefa do exportador, propiciando-lhe enfrentar as exigências do mercado internacional.
Por outro lado, é um fator seguro de êxito no desempenho da tarefa de exportação.

Prefácio
As modificações ocorridas na economia brasileira permitiram a abertura de novas fronteiras na oferta de produtos e serviços nacionais.
Como em outros setores da atividade econômica, é fundamental analisar oportunidades de mercado, para que possam ser definidas metas e objetivos e formuladas diretrizes operacionais para as empresas fornecedoras, e identificados seus instrumentos auxiliares.
A análise e a avaliação das atividades de exportação não são fáceis, em virtude do grande número de variáveis que compõem o sistema. Esta análise terá que ser, evidentemente, orientada por uma perspectiva de marketing e, a fim de que seja um instrumental de planejamento efetivo, deverá ter uma orientação sistêmica. Em resumo, é altamente conveniente analisar a exportação como um sistema de marketing.
Exportação e empresa, de José Carlos de Alcântara Lopes é um instrumento a ser utilizado na formação para o setor. Em especial, encontramos em “Planejamento das Exportações” uma proposta de estratégia que se acha em pleno processo de aplicação. E, como desejamos uma relação profunda entre a teoria e a prática, não poderíamos deixar de considerar a preocupação do autor em reduzir a diferença entre o que os homens da “ciência da exportação” consideram ideal para o seu planejamento e o que os empresários fazem.  Com a apresentação deste trabalho, abre-se a comunicação entre os dois grupos. Saem para o encontro os empresários, com seu “conhecimento prático”, e , os homens da ciência, com sua “fundamentação técnica”.
Durante algum tempo, o isolamento marcou os primeiros passos entre o marketing internacional e o esforço da exportação brasileira. Os resultados indicam uma profunda melhoria, mas que precisa ser cada vez maior, tendo em vista que, de agora em diante, o Brasil terá que deixar de ser um exportador eventual para se transformar em exportador profissional. Vamos ter que aprender como encontrar a necessária integração de tantos quantos tenham alguma coisa a dar em benefício de seu desenvolvimento, de suas estratégias, de seus desdobramentos.
Exportação e empresa tem esse objetivo.
Paulo Manoel Protasio.

INTRODUÇAO
O presente trabalho é fruto de observações colhidas ao longo de nossa experiência como professor e estudioso desta matéria, objetivando sempre tornar acessíveis ao empresário e técnicos em comércio exterior os fundamentos do marketing internacional, sua compreensão e uso prático por parte dos responsáveis pelos programas de exportação das empresas brasileiras, que tanto carecem de informações a respeito deste assunto.
Não se trata, portanto, de estudo profundo, nem de exposição acadêmica sobre esta disciplina, mas de uma análise das relações da empresa com a exportação, feita através do exame dos principais pontos de um sistema de marketing para exportação, comentados à luz das necessidades emergentes dos exportadores brasileiros e dos interessados nas linhas ou nos aspectos fundamentais do marketing internacional,
 Chamamos a atenção ao leitor para a simplicidade e clareza intencionais dos conceitos aqui expostos, assim como dos pontos que deverão suscitar a discussão e o aperfeiçoamento das diferentes estratégias de exportação e a implantação das mesmas por parte dos executivos e técnicos das empresas exportadoras...

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sexta-feira, 10 de abril de 2009

HAROLD HILL COMO SER VENCEDOR ED. VIDA 1978

HAROLD HILL COMO SER VENCEDOR
1978
Editora Vida
Impresso nos E.U.A

Este livro é dedicado aos
Filhos do Rei, que, treinando em qualquer lugar, desejam seguir o caminho todo com Jesus.
“PORQUE DEUS É QUEM EFETUA EM VÓS TANTO O QUERER COMO O REALIZAR” Filipenses 2:13


PREFACIO
Quem deseja ser um vencedor? Todos o desejamos.
Quem é um vencedor? Alguém que está sempre adiante da multidão. Alguém que é admirado por grandes proezas, feitos extraordinários, capacidades incomuns, e, em geral, recebe atenção especial.
Que é que faz um vencedor? Que fazer para vencer? Por que somos poucos os vencedores? Por que você não pode ser um?
Você pode!
Como?
Alegra-me que tenho feita esta pergunta. É disto que trata este livro: como vencer a adversidade, a preocupação, a pobreza, as dificuldades, a autocondenação, o pecado, o enfado, o medo, a ansiedade, a frustração, a depressão, os ressentimentos, e todas as outras coisas que advém do fato de sermos “gente”.
Como se pode ter certeza que isso não é um conto de fadas?
É simples. Experimente você mesmo!
Mas, em primeiro lugar, a sua posição como príncipe do Reino deve ser propriamente estabelecida; em seguida, terá que saber quais são os direitos e privilégios que lhe assistem como uma pessoa especial. Depois disso, apenas descanse nas promessas de Deus e veja os resultados.
É bom demais para ser verdade? Sim, mas é muito bom para não ser verdade, porque este é o plano perfeito de Deus para aqueles que pertencem a ele, através de seu filho, Jesus Cristo.
Haverá algo mais que você precisa saber?
Continue lendo, mas, antes de mais nada, estão adiante algumas definições de realidade que se defronta uma pessoa no processo de tornar-se um vencedor:
MEDO – quando a fé esta em tumulto. Crença no fracasso. A atitude própria de vencidos.
INSATISFAÇÃO – falta de conforto em qualquer situação. Incapacidade de adaptar-se serenamente às circunstâncias.
ENFADO – resultado da falta de visão. “Não havendo profecia o povo se corrompe” (Provérbios 29:18). Estado geralmente intensificado pelo álcool, pelas pílulas ou pela inércia.
ANSIEDADE – antecipação dos problemas do futuro. Garantia certa de mais dificuldades.
FRUSTRAÇÃO – é o que acontece as pessoas que não possuem o sustento invisível de Jesus, ou o que não o reconhecem em todos os seus caminhos (Provérbios 3:6).
DEPRESSÃO – o oposto de satisfação, que é a demonstração da Graça de Deus. Depressão é, pois, a expressão da desgraça de Satanás. Sua desgraça é patenteada em sua missão. O diabo vem “para roubar, matar, e destruir” (João 10:10ª), ao passo que Jesus veio para que os príncipes “tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:10b). Jesus chamou o diabo de “homicida... mentiroso e pai da mentira” (João 8:44).
RESSENTIMENTO – estado oriundo do fracasso da fé. Reação da alma contra pessoas que são melhores vencedoras, ou, através do principio do espelho, de Romanos 2:1, nos demonstram aquilo que somos.
POBREZA – estado indesejável a que somos levados quando confiamos em nossa própria capacidade de realização para alcançar determinado objetivo.
MÁSORTE – é o que acontece aos pimpolhos pagãos, mas os príncipes não estão sujeitos a ela. Romanos 8:28 assegura soluções especiais para qualquer ocasião.os resultados são garantidos.
ADVERSIDADE – capacidade inata que a natureza humana possui de extrair derrota da vitória incontestável.
PECADO – “Tudo o que não provém da fé” (Romanos 14:23), é a definição que Deus dá a pecado. As pessoas tentam dissimulá-lo com conceitos éticos, atitudes, trivialidades e beatitudes criadas pelo homem em sua vida auto-suficiente.
AUTOCONDENAÇÃO – conseqüência da ignorância dos direitos e privilégios próprios de príncipes e da insistência utópica na obtenção imediata da perfeição. É freqüente tentar-se encobri-la com empenhada autocomiseração, o que apenas torna a situação ainda pior.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

CARLOS WIZARD MARTINS VENCENDO A PROPRIA CRISE

CARLOS WIZARD MARTINS VENCENDO A PROPRIA CRISE

Wizard Livros e Consultoria Ltda

2001

ISBN 8501041203

112 Pags

VENCENDO A SI MESMO

Havia um certo violinista que se considerava o melhor músico de sua cidade. Diariamente ele tirava seu violino da caixa, afinava-o e dizia estar se preparando para um grande concerto no principal teatro da cidade. Costumava alegrar-se e distrair-se com os belos sons que produzia. Julgava ter mais talento e inclinação artística que outros violinistas que freqüentemente se apresentavam em público. Achava-se capaz de dar uma contribuição superior ao mundo das artes. Assim, ele passava seus dias apertando, soltando e afinando cordas, limpando e guardando o violino, planejando, preparando-se e ensaiando para um grande concerto. 

O lado triste desta história é este famoso violinista acabou passando seus dias sem nunca ter feito uma única apresentação. O mundo jamais conheceu seu nome. Sua obra permanece inacabada.

A vida é curta demais. Não permita que o mesmo aconteça com você. Não corra o risco de passar seus dias apenas afinando o seu instrumento, sem jamais fazer o seu grande espetáculo.

Além disso, não condicione a sua felicidade a algum acontecimento futuro. Alguns se iludem pensando que só serão felizes depois da formatura, depois de se casarem, depois que conseguirem aquela promoção, depois que comprarem um carro novo, depois que os filhos crescerem, depois que os netos vierem, depois que se aposentarem. Alguns esperam encontrar a felicidade somente depois que deixarem esta vida.

Se você espera encontrar a felicidade quando estiver isento de preocupações, incertezas e adversidades, tenha certeza de que este dia jamais virá. O sucesso consiste em adquirir aquilo que deseja. A felicidade, por sua vez, consiste em desfrutar o que já se alcançou.

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sábado, 4 de abril de 2009

SAULO RAMOS CAFE A POESIA DA TERRA E DAS ENXADAS EXPRESSAO E CULTURA


SAULO RAMOS CAFÉ

 (A POESIA DA TERRA E DAS ENXADAS)

Editora Expressão e Cultura

ISBN 8520803261

2002

148 pags

Saulo Ramos é um grande poeta. Seu “Recado ao caseiro”, publicado em 1985, é um dos melhores poemas já escritos em língua portuguesa. Sua fidelidade à poesia, marca de sua vida inteira, neste livro tem a duração dos tempos.

Continua escrevendo poemas.(José Sarney) 

“Saulo Ramos” [Café (A poesia da terra e das enxadas)] é o primeiro poeta nosso a buscar inspiração exclusivamente no produto mais nobre de sua terra. Na França  canta-se o vinho e o trigo, canta-se fado nas coxilhas, canta-se o carvão na Inglaterra, a máquina nos Estados Unidos, mas nós nunca olhamos para a realidade de nosso país e continuamos a ignorar o rico tema do café” (Sergio Millet) 

Dans la réalité la plus profonde se cachê la poésie, Saulo Ramos la prend par la main et ensemble ils parcoutent les chemins du monde. [Na realidade mais profunda se esconde a poesia, Saulo Ramos a pega pela mão e juntos eles percorrem os caminhos do mundo.] (Jorge Amado) 

Saulo Ramos escreveu os poemas do livro Café (A poesia da terra e das enxadas) entre 14 e 16 anos de idade. Mas foi uma colheita de frutos maduros. Teve razão Guilherme de Almeida quando ao prefaciar a obra do então jovem escritor paulista, disse estar diante do primeiro livro de um poeta primeiro.

Foi publicado há quase 50 anos. E não envelheceu. Nesta nova edição o autor fez alguns retoques. Substitui alguns versos, reescreveu emoções. Exemplo disto está no poema “Fraternidade”, em que, de forma emocionante, invoca a gesta do Sargento Palheta cumprindo a missão de conseguir sementes de café na Guiana Francesa: “Vês? Um risco divide o grão: é tua uma metade, a outra é de teu irmão.”

A obra continua a mesma colorida festa das belezas da terra, dos enxadeiros, das lendas, dos antigos costumes da fazendas, do lirismo do poeta moço iluminado pela manhã a beira-mato, estremecido pela geada, alegre diante das floradas e da colheita da safra, panfletário contra a miséria dos lavradores, as tragédias das secas, comovido e comovente em momentos de romantismo puro, quando, por exemplo, escreve versos para sua mãe, que carregava lenha na roça, dizendo: “As nuvens de minha terra têm a marca de seus braços”. Ou, em contraste, pranteia a derrubada das matas, registrando o lamento: “Cada árvore caída é uma oração interrompida”.


FLORADA DO CAFÉ
Está verde.
O cafezal imenso
é um grande lenço
cobrindo, preguiçosamente, os montes,
alexandrinos que têm rimas de horizontes,
ah! Como é belo e como é triste o cafezal!
Folhas, que trocam confissões,
as mãos postas de soldados:
exército ajoelhados na missa campal
rezando preces para o vento e para o céus,
tributo de homens
à grandeza de Deus.
 
Está verde.
É o cabelo da Yara que saiu dos rios
para secar-se sobre a terra ensolarada
e que deixou em cada folha
o seu palácio de cristal...
...e o perfume de sua lenda
ficou eternamente
na cor do cafezal.
 
A terra é moça nova de pernas morenas,
que tem contorno morno nas ancas pequenas
arrepiada de amor e tentação.
Pois foi por isso que as raízes cor de sangue
enfiaram-se  no chão,
num erotismo formidável,
sob os gritos da terra que se abria toda
em ânsias de loucura e de vontade
para dar-se ao amor
e rebentar de mocidade!
 
Os troncos, úteros fecundos,
sugaram toda seiva que estava na terra,
a seiva da riqueza vital
que, num dia de orgasmo universal,
Deus atirou no mundo
apaixonado pela natureza.
E no galho, que se embriagou de orvalho
desejando a presença de mãos calejadas,
no galho pesadão, o feto tomou forma
de mundo, de universo, de sol e de vida
e palpitou lá dentro estourando afinal...
...e sob o peso de uma abelha
inclinou-se a primeira flor do cafezal.
 
Outro estouro! Milhares de estouros! Milhões!
O cafezal parece uma panela verde
de pipocas arrebentadas
cobrindo os morros, todos os talhões,
as baixadas, os espigões
cheias de luas enroladas
na festa de perfumes
das flores das floradas.
 
A terra está orgulhosa, sonolenta, preguiçosa,
ainda machucada
de pancadas da enxada
sonhando com a hora de chover,
quando a chuva mansa irá dançar,
sobre o sulco de arado no chão,
que faz lembrar um arranhão
de uma noite de amor e de prazer.
 
Um véu de gaze branca
caiu de leve sobre o lenço verde
nuvem de espumas de cachoeira
lenda de perfume bom;
e o mundo inteiro reacendeu.
 
Ficaram pálidas de susto
as flores das laranjeiras
quando a lavoura de café vestiu-se de noiva
e o cabelo da Yara envelheceu!
 
Está florido.
O cafezal extenso, no espigão imenso,
parece um longo batalhão de pretos velhos
enfileirados e dobrados, com as costas nuas,
as cabeças pipocadas de luas.
 
De cada tronco,
de cada flor,
de cada pé,
essa pobre riqueza do Brasil,
na produção enorme do café.
 
Numa sala luxuosa, onde não entram
nem o sol, nem os ventos, nem a geada,
nem a seca e nem os calos de cabo de enxada,
os brancos leiloeiros de suor discutem
a tabela dos frutos das lavouras
e o preço das floradas!
 
Nessa terra de histórias e de lendas,
enquanto o cafezal dorme nas estatísticas,
nas divisas, nos bancos e nos cais,
nas mãos daqueles que nem viram cafezais,
repete-se a miséria das fazendas:
o caboclo sem nada,
uma casa de chão, um filho doente,
a pedra de amolar a enxada
e ele doente também.
O fazendeiro calculando a nova abotoação
com a eterna esperança no ano que vem.
 
Mas a lavoura continua branca,
Com perfumes e flores à espera do fruto,
a cabeça da Yara vestida de noiva
e esse instante da história vestido de luto.
Pouco importam, porém,
essas coisas que a vida tem,
importante é o cafezal florido
e diante de tanto colorido
a esperança é verde também.
 
 
ALMA DE CABOCLO
Minha alma ficou presa eternamente
aos trilhos enluarados do pomar,
ficou presa nos ganchos de uma rede
que deixei esticada na fazenda,
ficou enroladinha, bruscamente,
na linha de uma vara de pescar
madrugada azuis da terra verde
com fogueiras de estrelas e de lenda.
 
E ficou presa à sombra das paineiras,
agarrada à caneca de café,
à disparada dos cavalos bravos
com peito aberto ao vento das campinas.
Ficou presa ao perfil das bananeiras,
ao dia, quando o sol está de pé
pra sentir a manhã cheirando a cravos
nas brisas que cavalgam as colinas.
 
Ficou presa nas pernas das caboclas,
no batedor de roupa dos quintais,
nas crianças anêmicas e fracas
que caçam passarinhos a pedradas.
 
Ficou nas notas das sanfonas roucas,
e na verde manhã dos cafezais
que acorda ao barulhão das maritacas
com beijos de perfume das floradas.
 
Ficou tremendo o frio dos caipiras
carregados de fome e de maleita.
Ficou no cabo sujo das enxadas,
nos cafezais cobertos de cipós,
e na terra ferida de abandonos
na poeira da última colheita...
...Hoje minha alma anda nas estradas,
mais triste que um pássaro sem voz!
 
ADVINHAÇÃO
Nas figuras de café
nos pires de barro branco
estão as coisas futura:
bolas, linhas, quadros, cruzes.
Minha raça arrepiada
Fica olhando essas figuras:
casamento amor e morte,
riqueza, aviso e perigo.
 
Minha avó todos os dias
vai a um canto da cozinha
e “apaga um fósforo aceso”
na xícara de café.
Ali formam-se figuras,
nuvens de noites escuras...
Minha avó põe-se a soprar
aquelas coisinhas brancas
e fica um tempão soprando
vendo o “bicho” que vai dar.
 
Meu avô cafeicultor
perdeu a fazenda um dia.
Minha avó ainda tem fé
de ganhar tudo de novo
fazendo adivinhação
na xícara de café.
 
LENDA
Era uma vez
uma ovelha e um pastor.
A ovelha comeu as folhas
e  o pastor provou o fruto.
Os dois ficaram encantados,
conheceram a mágica
de espantar o sono.
E, acordados, sonharam
mais clara
a força de viver.
 
Então as montanhas do Iêmen
e as terras da Etiópia
choraram lágrimas vermelhas.
E o milagre mais estranho
aconteceu na entranha da noite.
 
Aquelas que conheciam o pensamento
Já não dormiam mais
Porque a nova noite era feita de meditações.
 
Aí o homem compreendeu que,
para pensar longamente,
era preciso beber a noite.

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sexta-feira, 3 de abril de 2009

HÉCTOR ABAD FACIOLINCE ASUNTOS DE UN HIDALGO DISOLUTO

HÉCTOR ABAD FACIOLINCE ASUNTOS DE UN HIDALGO DISOLUTO

TM Editores

ISBN 9586014959

1º Edición Marzo de 1994

Impreso y Hecho en Colombia 

En Turín, encerrados en una biblioteca, hay dos personajes: uno que habla, dicta, ordena, y otra que calla, copia, obedece.

Él es Gaspar Medina, un millonario colombiano (setentón desengañado y cínico), que al parecer ha alcanzado la divina indiferencia. Ella es su joven secretaria, Conegunda Bonaventura, cuyas mayores virtudes son unos senos perfectos y un no menos perfecto mutismo.

El septuagenario, en tono hosco y sentencioso, con un humor entre grotesco y amargo, va haciendo un recuento en voz alta de curiosos episodios. Trata de desenmarañar, ante la muda Conegunda, el enredo de su larga vida.

Las memorias del viejo pretenden resolver, mediante un delirio lúcido de recuerdos desordenados, una íntima contradicción: el personaje es, a la vez, hidalgo y disoluto. Bien Educado, bondadoso, ascético, pero también abyecto, promiscuo, insensible. Alguien que no siente apetito, ni deseo, ni odio, ni amor, y, que sin embargo ha amado a Ángela Pietragrúa hasta perder la cordura. Sus asuntos suceden en Italia y Colombia, e incluyen el adulterio, la seducción, la política, la religión y la familia.

Héctor Abad Faciolince nació en Medellín (Colombia) en 1958. Estudió periodismo en la Universidad Pontificia en Turín, Italia. Ha publicado Malos Pensamientos (1991). Asuntos de un Hidalgo Disoluto es su primera novela.

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